Estava em viagem de negócios para Paris, mas o voo atrasou por uma tempestade. Escale imprevista num aeródromo perdido no interior de França, perto de um burgo chamado Saint Porcin. Ninguém me conhece aqui, longe de Lisboa, longe do marido e da rotina. Senti aquela liberdade selvagem, o coração a bater mais forte com o desconhecido. Apanhei um táxi até um hotelzinho modesto ali perto, o ar quente e húmido da noite a colar-me a saia ao corpo.
No lobby, com o ar condicionado a gelar os ossos, cruzei-me com ele. Alto, elegante, fato escuro, bigode aparado, maleta na mão. Parecia saído de um filme antigo, tipo doutor Verrat, daqueles que mandam em tudo. Sorriu-me, olhos castanhos a devorar-me devagar. ‘Boa noite, mademoiselle. Voos cancelados para todos?’ A voz grave, sotaque francês suave. Eu, portuguesa fogosa, respondi com um sorriso malicioso: ‘Sim, doutor? Parece exausto das suas rondas.’ Ele riu, aproximou-se. ‘Sou Hubert, médico local. E tu?’ ‘Maria, de Lisboa. Só esta noite aqui, amanhã sumo.’
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Conversámos no bar do lobby, copos de vinho tinto a aquecer o sangue. Ele contava das visitas aos doentes, eu das minhas aventuras em viagens. A mão dele roçou a minha coxa debaixo da mesa, acidental? Não. Senti o calor subir, a cona a humedecer devagar. ‘Quarto 204, se quiseres subir para um último copo’, murmurou, olhos famintos. Hesitei? Nem por sombras. ‘Vamos, antes que o avião me leve.’ Subimos as escadas, o som distante dos motores ao fundo, o cheiro a mofo e desejo no ar.
Ele trancou a porta, o quarto gelado pela clim, lençóis brancos ásperos de hotel. Beijou-me com urgência, língua invasora, mãos a apalpar os meus seios por cima da blusa. ‘Tira tudo, Maria. Quero ver-te nua.’ Despi-me devagar, sentindo o olhar dele a queimar. Ele despiu-se rápido, caralho já duro, grosso, veias saltadas. ‘Deita-te, deixa-me examinar-te como aos meus pacientes.’ Riu, mas era sério. Deitei-me na cama, pernas abertas, o ar frio a arrepiar a pele húmida.
O Sexo Intenso e Sem Limites na Quarto de Hotel
Começou pelos seios, apertando os mamilos duros, chupando com força, mordendo até eu gemer. ‘Que tetas suculentas, salgadas de suor.’ Desceu, língua na barriga, no umbigo. Chegou à cona, aberta e molhada. ‘Olha esta boceta peluda, a pingar.’ Lambeu o clitóris devagar, depois rápido, dedos a foder-me fundo, dois, três, esticando-me. ‘Gostas, puta de passagem?’ ‘Sim, fode-me com a boca, Hubert!’ Ele chupava o mel, o gosto salgado misturado com o meu sumo doce. Virou-me de quatro, tapa na bunda, língua no cu, rimando o buraco.
Não aguentei. ‘Mete o caralho, agora!’ Ele cuspiu na mão, untou a rola e enfiou de rompante. ‘Caralho, que cona apertada!’ Bomba forte, bolas a bater no clitóris, suor a pingar nas costas. Eu gritava, ‘Mais forte, fode-me até gozar!’ Mudou de posição, eu por cima, cavalgando o pau dele, seios a saltar, unhas nas costas. Ele apertava as nádegas, dedo no cu enquanto metia. ‘Vou gozar, Maria!’ ‘Enche-me de porra!’ Gozou jatos quentes dentro, eu explodi em ondas, corpo a tremer, cona a ordenhar cada gota.
Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo no ar. Ele beijou-me o pescoço. ‘Foi perfeito, anónima.’ De manhã, beijo rápido no lobby, ele para as visitas, eu para o avião. Agora, no voo, sinto ainda o caralho dele dentro, o cu a pulsar, o prazer vivo na memória. Ninguém saberá, só eu e aquele estranho. Liberdade de passagem, melhor que qualquer droga.