Olá, sou a Carla, portuguesa de gema, daqueles que adoram viajar e deixar a rotina para trás. Estava num voo de negócios de Lisboa para Barcelona, mas uma escala imprevista em Madrid mudou tudo. O avião atrasou, noite quente e húmida, cheguei ao hotel exausta, mas com aquela liberdade boa de estar longe de casa, onde ninguém me conhece. No lobby, ar condicionado gelado contrastando com o calor lá fora, barulho distante de motores no aeroporto, sentei-me no bar com um copo de vinho tinto, salgado na pele do pescoço do suor do dia.
Ela apareceu do nada. Samantha, acho que era o nome, estrangeira, talvez francesa, cabelo solto, olhos nervosos, como se carregasse um segredo. Sentou-se ao lado, pediu o mesmo vinho. ‘Viagem cansativa?’, perguntou, voz suave, mas com um tremor. Sorri, ‘Pois é, escala infernal. E tu?’. Começamos a falar, dela no trabalho em Paris, eu das minhas loucuras. Senti logo a faísca. Olhares que se cruzam demorado, pernas roçando por ‘acaso’ no banco alto. O vinho aqueceu-me por dentro, o peito dela subia rápido sob a blusa fina, sem sutiã, mamilos marcando. ‘Quarto 312, se quiseres subir para… papear mais’, disse ela, piscando. Meu coração acelerou. Estranha, urgente, partida amanhã cedo. Perfeito.
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce
Subi. Porta abriu, cheiro dela, perfume misturado com suor fresco. Quarto fresco da clim, lençóis brancos de hotel, luz fraca. Sentámo-nos na cama, pernas de índia, copos vazios. ‘Tenho um segredo… descobri que gosto de mulheres’, confessou, olhos baixos. Ri baixinho, ‘Eu também, bi convicta. Lamba já umas quantas conas deliciosas’. Olhos dela arregalaram, sorriso safado. Tempo parou. Inclinei-me, toquei o rosto dela, dedo na boca carnuda. Beijo leve, lábios quentes, macios. Ela correspondeu, línguas tímidas primeiro, depois famintas, molhadas. ‘Quero-te tanto’, murmurou.
As mãos desceram. Tirei-lhe a blusa, seios livres, firmes, bicos duros como pedras. Chupei um, mordisquei devagar, língua rodando, ela gemeu alto, ‘Assim, Carla, mama-me!’. Dedos dela no meu rabo, apertando. Tirei as calças dela, cueca encharcada. ‘Estás pingando, safada’, disse, enfiando dois dedos na cona dela, quente, escorregadia. Ela arqueou, ‘Fode-me, porra!’. Deitei-a, abri as pernas bronzeadas, cona depilada, clitóris inchado. Lambi devagar, gosto salgado misturado com mel dela, língua no clitóris, chupando forte. ‘Ai, caralho, não pares!’, gritou, unhas nas minhas costas. Enfiei três dedos, bombeando rápido, ela ondulava, seios balançando. Virei-a de quatro, lambi o cu apertado, dedos na cona e no clitóris. Gozou tremendo, grito abafado no travesseiro, sumo escorrendo pela coxa.
O Sexo Cru e Urgente na Quarto do Hotel
Ela quis retribuir. ‘Agora tu, deita’. Tirei tudo, nua, cona latejando. Mãos dela nos meus seios 95C, chupando bicos, mordendo até doer gostoso. Desceu, abriu-me as pernas, ‘Que cona linda e molhada’. Dois dedos entraram fundo, língua no clitóris rodando, sugando. ‘Mais forte, lambe o cu também!’, pedi, cambreando. Ela obedeceu, dedos fodendo, língua no cu e clitóris. Gozei explosiva, corpo convulsionando, ‘Porra, sim, fode!’. Ficámos ofegantes, suadas, abraçadas, gosto da minha cona na boca dela.
De manhã, beijo rápido no lobby, aviões rugindo. Voltei ao meu voo, corpo ainda formigando, cona sensível nos calções. Anonimato total, ninguém sabe. Aquela urgência do adeus tornou tudo mais quente. Ainda sinto o sal da pele dela, o ar frio do quarto. Volto a viajar amanhã… quem sabe?