Estava em trânsito para uma reunião em Londres, mas o voo atrasou e acabei numa escala imprevista em Paris. Cheguei ao hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle por volta das 22h, exausta mas com aquela liberdade boa de estar sozinha, longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava quase vazio, luzes baixas, ar condicionado gelado a bater na pele suada da viagem. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, o copo suado nas mãos.
Ele apareceu do nada. Um francês alto, uns 40 anos, fato amarrotado de quem viaja a trabalho, olhos castanhos que me devoravam. Sorriu, pediu uma cerveja ao lado. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque sexy. Eu ri, ‘Como soube?’, e ele apontou para o meu cachecol do Benfica pendurado na mala. Conversa solta: ele era de Paris, em layover também, voltava de uma conferência. O olá virou piadas, toques leves nos braços. Senti o calor subir, o coração a bater forte. A urgência do amanhã – voos matinais – tornava tudo elétrico. ‘Quarto 312’, sussurrei no ouvido dele ao pagar a conta, piscando. Ele ficou parado, olhos arregalados, mas seguiu-me no elevador.
O Encontro Fortuito no Lobby e a Tensão que Cresce
No corredor, hesitação. Parei à porta, virei-me. ‘Entras ou fico sozinha?’, provoquei. Ele avançou, mãos na minha cintura, beijo faminto. Boca quente, língua urgente, gosto a gin e cerveja. Entrei, porta bateu. A clim zumbia, ar frio nos corpos quentes. Tirei a blusa, ele o fato. Pele dele salgada do dia, suor moite da excitação. ‘Quero-te agora’, murmurou, empurrando-me para a cama. Draps ásperos do hotel, cheiro a limpo misturado com desejo.
Caí de costas, pernas abertas. Ele ajoelhou-se, mãos nas minhas coxas, unhas cravadas. ‘Estás molhada’, disse, dedo deslizando na minha cona já encharcada. Gemi alto, ‘Lambe-me’. Língua dele voraz, chupando o clitóris, dedos dentro, fodendo devagar. Sabia a sal e excitação, o barulho dos aviões ao longe como banda sonora. Virei-me, cavalguinho, cona na boca dele, balançando os quadris. ‘Fode-me com a língua, caralho’. Ele obedeceu, mãos no rabo, apertando forte.
O Sexo Intenso na Quarto, Sem Limites
Não aguentei. ‘Agora a tua pila’. Ele levantou-se, dura como pedra, grossa, veias pulsantes. Segurei, chupei gulosa, saliva escorrendo, bolas na mão. ‘Engole tudo’, grunhiu. Meti até à garganta, engasguei mas continuei, olhos nos dele. Deitei-me de lado, ele entrou de repente, pila a rebentar a cona. ‘Assim, forte!’, pedia eu, unhas nas costas dele. Bomba após bomba, suor pingando, pele a chapinhar. Virei de quatro, ele puxou o cabelo, fodia como animal. ‘Vou gozar’, avisou. ‘Dentro, enche-me!’, ordenei. Jatos quentes, corpo a tremer. Gozei também, cona a apertar, ondas intermináveis.
Ficámos ali, ofegantes, clim a secar o suor. Ele beijou-me o pescoço, ‘Inesquecível’. Dormiu pouco, acordámos às 5h para os voos. Banho rápido, juntos, mãos a vaguear ainda. Despedida no lobby, sem nomes trocados, só um último beijo. No táxi para o aeroporto, o corpo ainda latejava, cona sensível, memória do cheiro dele na pele. Anónimo, perfeito. Volto a Lisboa com este segredo quente, já a sonhar com a próxima escala. Liberdade de passageira: ninguém sabe, prazer eterno.