Escala Quente em Paris: Fodi um Desconhecido no Hotel

Acordei com a boca seca, pastosa, tipo depois de uma bebedeira épica. Eram treze horas, escala imprevista em Paris por causa de um voo cancelado. Volto de férias no sol do Algarve para Lisboa, mas aqui estou, num hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle. O ar-condicionado zumbia baixo, misturado ao ronco distante dos motores. Tomei um duche rápido, sabão a queimar a pele, água fria a acordar o corpo. Café forte, dente escovado com pasta que não era pasta, mas lavei esta porcaria da boca.

Desci as escadas devagar, pernas moles. O lobby era fresco, moitas, cheiro a limpeza industrial. O restaurante ao lado, terraço meio vazio. Sentei-me numa mesa isolada, saco ao lado, óculos escuros para esconder o cansaço. Pedi salada e água, voz rouca. A empregada sorriu, mas eu só pensava no voo das 18h.

A Chegada Cansada e o Olhar que Acendeu Tudo

Olhei à volta e vi-o. Uns trinta anos, cabelo castanho despenteado, olhos claros que brilhavam. Sentado sozinho, prato à frente, olhar perdido. O nosso olhar cruzou-se. Sorri sem querer. Ele sorriu de volta, malicioso. Levantei-me? Não, ele veio. ‘Olá, sozinha?’ A voz grave, sotaque francês sexy. ‘Você também, não?’ Respondi, coração acelerado. Gestos dele para sentar. ‘Chamo-me Loren. E tu?’ ‘Inês. De Portugal, escala chata.’

Falámos. Ele morava perto, bairro Bellecordière. Eu ri, ‘Trabalho lá, rua ao lado!’ Coincidência louca. Ele pegou na minha mão, pele quente, áspera. ‘Pareces familiar… Sonhei contigo.’ Eu corei, mas a excitação subiu. Lugar de passagem, ninguém nos conhece. ‘E se subíssemos? Meu quarto é ali em cima.’ Ele sussurrou, olhos famintos. A urgência do meu voo? Foda-se, a liberdade de estar longe.

Subimos no elevador, mãos já a tocar. Porta bateu, clim gelado contra a pele suada. Ele beijou-me forte, língua invasora, gosto a café e desejo. Rasguei a camisa dele, peito largo, pelos úmidos. ‘Quero-te agora, Inês.’ Desabotoei as calças, picha dura saltou, grossa, veias pulsantes. Agarrei, mastiguei a cabeça, salgada de pré-gozo. Ele gemeu, ‘Caralho, que boca.’

O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado

Atirei-o para a cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a lavanda barata. Montei, cona molhada escorregando na picha dele. ‘Fode-me forte.’ Ele obedeceu, ancas a bater, pa-pa-pa ritmado. Suor pingava, gosto salgado na pele dele quando lambi o pescoço. Virei de quatro, ele meteu fundo, bolas a bater no cu. ‘Mais, Loren, rasga-me!’ Dedos no clitóris, orgasmo veio como tsunami, corpo a tremer, grito abafado no travesseiro.

Ele virou-me, pernas nos ombros, fodia selvagem. ‘Vou gozar dentro.’ ‘Sim, enche-me!’ Jatos quentes, cona cheia, escorria pelas coxas. Caímos ofegantes, clim a secar o suor, aviões a rugir lá fora. Noite moite apesar do frio artificial.

Olhei o relógio. 16h. ‘Tenho de ir.’ Ele sorriu, ‘Foi incrível, desconhecida.’ Beijo rápido, anonimato intacto. Desci, pernas bambas, prazer latejando na cona. No táxi para o aeroporto, toquei-me discretamente, memória fresca. Aquela escala? Melhor foda da vida. Ninguém saberá, só eu e o eco do corpo dele.

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