A Minha Escale Íntima em Paris: Sedução Urgente no Hotel do Aeroporto

Estava a caminho de Bruxelas por negócios, mas uma greve de aviões fodeu tudo. Escale imprevista no Charles de Gaulle, Paris. Noite no hotel do aeroporto, daqueles impessoais, com lobby iluminado e bar cheio de viajantes cansados. Eu, portuguesa de 42 anos, casada mas com fogo no rabo, vestida com saia justa e blusa decotada. Cabelo solto, pele morena do sol de Lisboa. Sentia-me livre, longe de tudo, ninguém me conhece aqui.

Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Ele apareceu: belga alto, uns 45 anos, fato amarrotado mas olhos famintos. ‘Boa noite’, disse com sotaque grosso. Sorri, pernas cruzadas, mostrei um bocado de coxa. Conversa solta: viagens, cansaço, o que nos traz aqui. ‘Negócios chatos’, eu disse. Ele riu, mão no meu braço. Calor subiu. O ar condicionado zumbia, cheiro a café e perfume barato. Aviões rugiam lá fora, vibrando o chão. Bebemos mais, joelhos roçavam. ‘Quarto 312’, sussurrei. Ele piscou, pagou a conta.

A Escale e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador apertado. Portas fecharam, ele encostou-me à parede, beijo molhado, língua gulosa. Mão na minha cona por cima da saia. ‘Estás molhada’, murmurou. Eu… sim, fedia a desejo. Chegamos ao quarto, luz fraca, cama enorme com lençóis brancos ásperos. Janelas tremiam com os motores distantes. Tranca na porta, roupas voam. Ele nu: caralho grosso, veias pulsantes, bolas pesadas. Eu de calcinha, seios livres, mamilos duros como pedras.

Empurrei-o na cama, ajoelhei. Peguei na pica dele, grossa, quente. Lamba o caralho da base às bolas, salgado de suor. Ele gemeu: ‘Caralho, que boca’. Gobi inteira, garganta funda, baba escorrendo. Ele agarrou o meu cabelo, fodia a boca devagar. ‘Engole tudo, puta’. Eu adorava, cona a pulsar, molhada até às coxas. Levantei, tirei a calcinha, raspei cona lisa, aberta. Montei nele, caralho entra fundo, estica-me toda. ‘Fode-me forte’, pedi. Ele obedeceu, ancas batendo, pele a chapinhar. Seios balançavam, ele chupava mamilos, mordia. Calor moite, suor salgado na pele dele, provei no pescoço.

O Sexo Selvagem na Quarto Fria

Virei de quatro, rabo empinado. Ele meteu por trás, bolas batendo no clítoris. ‘Toma porra na cona’, grunhiu. Dedos no meu cu, pressionando. Gozei primeiro, cona a apertar, pernas a tremer. Ele acelerou, puxou fora, gozou em jatos quentes nas costas, nos seios, porra grossa escorrendo. Cheiro forte, pegajoso. Caímos exaustos, ar condicionado gelado na pele suada. Limpamos com toalhas ásperas, risos baixos. ‘Foi do caraças’, disse ele.

De manhã, ele partiu cedo, voo para Bélgica. Eu no meu, corpo ainda latejava. Na janela do avião, toquei a pele, senti o fantasma da porra seca. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Mas o fogo… ainda arde. Volto a Lisboa com segredo quente, pronto para mais.

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