Estava voltando de férias no México, sol escaldante, mas o voo atrasou por uma tempestade. Escale forçada em Miami, noite úmida, ar pesado como um beijo molhado. Peguei um quarto no hotel do aeroporto, daqueles genéricos, com cheiro de cloro e café requentado. No lobby, bar iluminado por luzes frias, o zumbido dos motores ao fundo, aviões decolando como trovões distantes.
Sentei no balcão, suada da viagem, vestido leve colando na pele. Ele apareceu do nada. Alto, moreno, uns 35 anos, sotaque espanhol grosso. ‘Ei, portuguesa? Pelo teu bronzeado e o jeito de beber caipirinha aqui.’, disse rindo, olhos famintos varrendo meu decote. Chamei-me Ana, menti um pouco, mas sorri. ‘Sim, de Lisboa. E tu?’. ‘Javier, de Madrid, escale igual. Bebida por minha conta?’. A tensão subiu rápido. Pernas roçando debaixo do balcão, calor da coxa dele na minha. ‘Queres subir? Meu voo é às 6h, mas foda-se, preciso de algo quente agora.’, sussurrei, coração batendo forte. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.
A Chegada e o Encontro no Lobby
Subimos no elevador, mãos já impacientes. Porta mal fechou, ele me prensou na parede, boca devorando a minha, língua salgada de tequila. ‘Caralho, tu és uma puta deliciosa.’, grunhiu, rasgando meu vestido. Quarto gelado pela AC, pele arrepiada contrastando o suor. Joguei-o na cama, lençóis ásperos de hotel roçando minhas costas nuas. Tirei a roupa dele devagar, pau duro saltando, grosso, veias pulsando. ‘Chupa isso, Ana.’, mandou. Ajoelhei, engoli até a garganta, gosto salgado de pré-gozo, bolas pesadas na mão. Ele gemia, ‘Porra, que boca gulosa.’. Lambi o saco, mordi de leve, ele tremia.
O Sexo Intenso na Quarto e a Despedida
Deitei de costas, pernas abertas, cona molhada pingando. ‘Fode-me forte, Javier, sem camisinha, só gozo dentro.’. Ele entrou num golpe, enchendo tudo, pau latejando contra minhas paredes. ‘Tão apertada, vadia.’, rosnou, bombando rápido, urgente. Unhas cravadas nas costas dele, cheiro de sexo misturado ao mofo do quarto. Virei de quatro, ele socou o cu sem piedade, lubrificado só pela minha saliva. ‘Grita, puta portuguesa!’. Gritei sim, orgasmo rasgando, squirt molhando os lençóis. Ele virou, mama chupada forte, mamilos doendo gostoso. Mudei posição, montei, cavalgando selvagem, pau batendo no colo do útero. ‘Vou gozar!’, avisou. ‘Enche-me, caralho!’. Jatos quentes inundando, escorrendo pelas coxas.
Ficamos ofegantes, suor salgado na pele dele que lambi devagar. ‘Melhor foda da vida.’, murmurou, beijando meu pescoço. Dormimos pouco, acordamos com alarmes. Banho rápido, água morna lavando o gozo seco. No lobby de novo, café fraco, olhares cúmplices. ‘Até nunca, Ana.’. Aperto de mão disfarçado, mas o toque disse tudo. No avião, corpo ainda formigando, cona sensível no assento, cheiro dele na memória. Anonymato perfeito, ninguém saberá. Volto pra Lisboa mudada, viciada nessa urgência de passageiro. Quero mais.