Escale Imprevista em Paris: O Encontro que Me Fez Gozar como Nunca

Estava de volta de um congresso em Lisboa, mas o voo atrasou. Escale imprevista em Paris, noite quente e moite. Cheguei ao hotel perto de Orly, o ar condicionado do lobby gelado contrastava com o suor na pele. Ouvia os motores dos aviões ao longe, rum-rum constante, como um pulsar. Eu, portuguesa solteira e safada, longe de tudo, ninguém me conhecia. Livre para caçar.

No bar do lobby, ele. Alto, moreno, sotaque sul-americano grosso, tipo colombiano. Olhos famintos. Pediu um copo de vinho, roçou o braço no meu. ‘Boa noite, linda. Sozinha?’ Eu sorri, pernas cruzadas, saia curta subindo. ‘Por agora… mas isso pode mudar.’ Falámos de viagens, toques casuais. A mão dele na minha coxa, eu senti o calor subir. ‘Quarto 312. Vem?’ Ele piscou, pau já duro na calça. Subimos, corações acelerados, urgência do meu voo de manhã.

A Escale e o Olhar que Acendeu Tudo

A porta fechou, clim a 18 graus, pele arrepiada. Ele me encostou à parede, beijos molhados, língua invasora. Provei o sal do suor no pescoço dele. ‘Quero-te agora, caralho.’ Tirei a blusa, seios livres, mamilos duros. Ele chupou, forte, dentes roçando. Eu gemi, mão na braguilha. Tirei a pica dele: grossa, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Chupa-me, puta portuguesa.’ Ajoelhei no tapete áspero, engoli tudo. Boca cheia, garganta funda, saliva escorrendo. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo. ‘Assim, engole a minha pica toda!’

Deitei na cama, lençóis frios de hotel, cheiro a limpo e sexo. Ele lambeu a minha cona, molhada já, clitóris inchado. Dedos dentro, dois, três, fodendo rápido. ‘Estás ensopada, safada.’ Eu arqueei, ‘Fode-me, mete essa pica grossa na minha cona!’ Ele entrou de rompante, pau enorme esticando-me. Batidas fortes, cama a ranger. Pele a bater pele, suor misturado, gosto salgado nos lábios. Virei de quatro, cu ao alto. ‘Agora o cu? Queres?’ ‘Sim, lubrifica e fode o meu cu apertado!’ Gel frio, dedo primeiro, depois a pica devagar. Dor boa, prazer que queima. Ele bombava, bolas batendo, ‘O teu cu é uma delícia, aperta-me!’

O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel

Mudei de posição, montei-o. Cavalguei selvagem, cona engolindo tudo, seios balançando. Ele apertou as tetas, ‘Goza na minha pica!’ Eu gozei primeiro, ondas fortes, corpo a tremer, squirt molhando os lençóis. Ele virou-me, fodeu o cu mais fundo, grunhindo. ‘Vou encher-te de porra!’ Gozou dentro, quente, jorrando. Ficámos ofegantes, clim zumbindo, aviões rugindo fora.

Ele vestiu-se rápido, beijo rápido. ‘Até nunca, deliciosa.’ Saiu, anónimo total. Eu no chuveiro, água quente lavando o sêmen que escorria das pernas. Corpo ainda a formigar, cona e cu latejando. No avião de manhã, sorriso secreto, memória viva: o cheiro dele, o gosto da porra, a liberdade de ser vadia em passagem. Ninguém sabe, prazer eterno.

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