A Minha Escale Ardente com um Estrangeiro no Hotel de Atenas

Estava em viagem de negócios para Atenas, mas o voo atrasou por uma tempestade. Escale forçada num hotel perto do aeroporto. Noite quente, húmida, o ar carregado de sal do mar Egeu. Entro no lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Vejo-o: alto, moreno, uns 30 anos, francês a julgar pelo sotaque. Olhos verdes, sorriso safado. Sento-me ao bar, peço um gin tónico. Ele aproxima-se. ‘Boa noite, portuguesa?’, diz, com aquele ar de quem viaja muito.

Falo com ele, Vincent. Veio de férias, sozinho depois de uma desilusão amorosa. Rimos das aventuras de viagem. A mão dele roça a minha coxa debaixo da mesa. Sinto o calor subir. ‘Queres subir ao meu quarto? Só uma bebida rápida’, sussurra. O coração acelera. Ninguém nos conhece aqui. Liberdade total. ‘Vamos’, respondo, mordendo o lábio. Elevador lotado, corpos colados. O cheiro dele, suor misturado com colónia. Botão do quarto 312. Porta abre, luz fraca, som distante de motores de aviões.

O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce

No quarto, clim a zumbir, lençóis brancos amarrotados. Bebemos vinho tinto, copos tilintam. Ele puxa-me para si, beijo molhado, línguas dançam. ‘Estás tão molhada já’, murmura, mão dentro das minhas cuecas. Gemo baixo. ‘Foda-me agora, o meu voo é de madrugada’, digo, voz rouca. Desabotoa a minha blusa, mama saltam livres. Chupa os mamilos duros, dentes a morder suave. Eu abaixo-me, abro o zipper, caralho grosso, veias pulsantes. Engulo até à garganta, saliva escorre. Ele geme: ‘Caralho, que boca gulosa! Continua, puta.’

Deito-me na cama, pernas abertas. Ele lambe a cona, língua no clitóris, dedos dentro, dois, três. ‘Estás a pingar, safada.’ Grito: ‘Sim, chupa-me! Faz-me gozar!’ Corpo arqueia, orgasmo explode, sumo escorre pela bunda. Ele vira-me de quatro, caralho roça o cu. ‘Queres no cu? Dizes que adoras estranhos aí.’ ‘Sim, enfia tudo! Arromba-me!’ Pressiona, cabeça entra, dor boa, estica-me. Geme: ‘Que cu apertado, foda-se!’ Pica forte, bolas batem na cona. Peitos balançam, suor pinga, gosto salgado na pele dele quando lambo o pescoço.

O Sexo Selvagem e Sem Filtros na Quarto de Hotel

‘Mais rápido, vai gozar dentro!’ urro. Ele agarra as ancas, martela como animal. ‘Vou encher-te o cu de porra!’ Sinto-o inchar, jatos quentes invadem-me, eu gozo outra vez, cu contrai, leite escorre pelas coxas. Caímos exaustos, corpos colados, respiração pesada. ‘Foi brutal’, diz ele, beijando-me. ‘Melhor foda de sempre.’

De manhã, visto-me depressa. ‘Obrigada pela noite louca. Ninguém sabe.’ Ele sorri: ‘Volta a Atenas.’ Pego o táxi para o aeroporto, corpo doído, cu a latejar, cheiro dele ainda na pele. No avião, fecho os olhos, revivo cada estocada, o gosto da porra na boca, o som dos gemidos. Anónimo, perfeito. Liberdade de passagem. Ainda sinto o prazer, molhada só de lembrar. Foi real, ontem. Quero mais.

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