Estava em escala em Paris, um voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, exausta mas com aquela liberdade de quem está longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava quase vazio, luzes baixas, ar condicionado gelado arrepiando a pele. Sentei no bar, pedi um copo de vinho tinto, o gosto forte na boca.
Ele apareceu do nada. Alto, olhos castanhos intensos, fato amarrotado como se tivesse corrido. Sentou ao meu lado, pediu um whisky. ‘Véronique?’, disse baixinho, com sotaque francês. Eu congelei. Como sabia o meu nome? Tirou uma pasta fina do bolso, fotos minhas a fotocopiar documentos no escritório. Merda, o meu segredo. Espionagem industrial leve, nada grave, mas o suficiente para complicar. ‘O que queres?’, perguntei, voz tremendo um pouco.
A Tensão no Lobby e o Segredo Revelado
Olhou-me fixo, o cheiro do seu perfume misturado com suor. ‘Quero saber a tua versão.’ A tensão subiu como eletricidade. Perto demais, as coxas quase tocando. Senti o calor entre as pernas. ‘Eu faço o que quiseres’, murmurei, inclinando-me. Ele hesitou, mas os olhos traíam desejo. ‘Vem comigo’, disse, voz rouca. Subimos para o quarto dele, o elevador cheirava a limpeza química, corações batendo forte.
A porta mal fechou, ele atirou a pasta para o chão. Beijou-me com fome, língua invadindo, mãos apertando os meus seios por cima da blusa. Rasguei a camisa dele, unhas nas costas. ‘Despi-me’, ordenei, voz urgente. A saia caiu, string húmido já. Ele ajoelhou, cheirou a minha cona, lambeu devagar. ‘Estás molhada pra caralho’, grunhiu. Chupei o pau dele, grosso, veias pulsando, salgado na boca. Engoli até à garganta, ele gemia, mãos no meu cabelo ruivo.
Foda Selvagem na Quarto com Pressa de Partir
Deitei na cama, lençóis frios de hotel, ar condicionado zumbindo. Ele amarrou as minhas mãos com o cinto, apertado. ‘Quero foder-te como uma puta.’ Abriu as minhas pernas, meteu dois dedos na cona, depois três, esticando. Vinagre rosé na mesa de cabeceira. Deitou-me, verteu na minha barriga, lambeu tudo, língua no umbigo, nos mamilos duros. ‘Bebe da minha cona’, disse, enchendo-me com o gargalo. Ele lambeu o vinho misturado com os meus sucos, chupando o clitóris até eu tremer.
Não aguentei. ‘Mete esse caralho agora!’ Ele obedeceu, entrou fundo, pau latejando dentro. Fodia forte, cama rangendo, suor pingando, gosto de sal na pele dele. Virei por cima, cavalguei, cona apertando, unhas no peito. ‘Mais rápido, fode-me até gozar!’ Gritei, orgasmo explodindo, corpo convulsionando. Ele veio logo, jatos quentes dentro, gemendo o meu nome.
Desamarrou-me, ofegantes. O quarto cheirava a sexo, motores de aviões ao longe. ‘O teu voo?’, perguntou. Levantei, vesti rápido, beijei-o uma última vez. ‘Foi real, mas acabou aqui.’ Saí, corpo ainda a pulsar, cona sensível. No táxi para o aeroporto, o calor húmido da noite parisiense na pele, lembrei cada estocada, o cheiro dele. Ninguém saberá. Volto a Portugal, mas o prazer fica, secreto e vivo.