Estava farta do teletrabalho, daquela merda toda pós-Covid. Decidi uma viagem de negócios rápida a Paris, mas o voo atrasou. Escale imprevista. Check-in num hotel modesto perto do aeroporto Charles de Gaulle. O lobby cheirava a café queimado e carpetes velhos. Ar condicionado gelado, contrastando com o calor moite da noite de verão. Eu, com 35 anos, saia justa, blusa decotada, cabelo solto. Procurava distração no bar.
Ele apareceu do nada. Uns 50 anos, alto, terno impecável, cabelo grisalho nas têmporas, mãos finas e manicure. Tipo um Édouard de revista. Sentou-se ao meu lado, pediu um whisky. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque francês suave. Sorri. ‘Sim, escale chata. E tu?’. ‘Viagem de negócios também. Mas agora, só quero companhia’. Olhares cruzados. Ele cheirava a colónia cara, misturada com suor leve. Conversa solta: Covid fodeu tudo, falta de toque humano. Mão dele roçou a minha coxa debaixo do balcão. Coração acelerou. ‘Queres subir ao meu quarto? Só esta noite, ninguém conhece ninguém’. Hesitei um segundo. ‘Vai’. Urgência no ar, como se o avião partisse já.
A Escale e o Encontro no Lobby
Subimos no elevador apertado. Portas fecharam, ele encostou-me à parede, beijou-me com fome. Língua invasora, mãos nas minhas tetas por cima da blusa. ‘Estás molhada já?’, murmurou. ‘Vem ver’. Quarto impessoal: cama king size, lençóis brancos ásperos de hotel, zumbido distante dos motores dos aviões. Janelas com vista para pistas iluminadas. Clim no máximo, pele arrepiada.
Ele despiu-me devagar. Saia no chão, string rasgado. Eu de joelhos, abri a braguette dele. Caralho grosso, veias salientes, cheiro muque. Chupei com vontade, baba escorrendo, bolas na mão. ‘Porra, que boca gulosa’, gemeu ele, mãos no meu cabelo. Engoli até à garganta, olhos no dele. Depois, atirou-me para a cama. Pernas abertas, ele lambeu-me a cona. Língua no clitóris, dedos dentro, curvados no ponto G. ‘Gostas, puta de escale?’. ‘Fode-me já!’. Ele entrou de rompante, caralho duro a esticar-me. Vaivéns fortes, cama a ranger. Suor salgado na pele dele, provei lambendo o peito. Virei de quatro, ele deu palmadas nas nádegas. ‘Quero o teu cu’. Lubrificou com saliva, empurrou devagar. Dor boa, depois prazer culpado. ‘Mais fundo!’, pedi. Ele fodia o cu com força, mão no clitóris. Gozei tremendo, cona a pulsar vazia. Ele acelerou, grunhiu, gozou dentro, esperma quente a escorrer.
A Noite de Prazer Intenso e o Adeus
Ficámos ofegantes, corpos colados, clim gelado nos suor. Ele limpou-me com a toalha, beijo rápido. ‘Obrigado pela melhor escale’. Vesti-me, ele deu-me o petit-déjeuner grátis. Saí antes do amanhecer, avião à espera.
Agora, no voo de regresso a Lisboa, sinto ainda o cu dolorido, cona inchada. Lembro o gosto salgado da pele dele, o ronco dos aviões misturado com gemidos. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Foi só uma noite, mas o tesão fica. Próxima escale? Já ansiosa.