Estava em escala imprevista em Paris, voo atrasado por uma tempestade. Acabei num hotelzinho minável perto do aeroporto Orly. Quinto andar sem elevador, mansarda gelada, eletricidade fraca, casa de banho espartana. O ar condicionado zumbia fraco, misturado ao ronco distante dos motores. Sudava com o calor húmido da noite, apesar do frio das paredes.
No patamar, duas vizinhas portuguesas emigradas há décadas. Maryse, viúva de setenta, bem conservada, olhos vivos, humor afiado. Rosalie, sessenta e tal, gorda, ofegante nas escadas, uns cem quilos, sempre vermelha e suada. Ajudei-a com as garrafas de água, ela recusou mas insisti. ‘Obrigada, miúda’, murmurou tímida.
A Escale Imprevista e a Tensão no Palier do Hotel
Maryse convidou-me primeiro para um café. ‘Vem, estás longe de casa.’ Apartamento húmido, frio do norte. Falámos da vida, solidão. Ela, elegante, snob. Rosalie ouvia atrás da porta, aposto. No dia seguinte, Rosalie atacou: ‘A velha é pretensiosa. Vem jantar lapin comigo.’ Competição aberta.
Aceitei o de Rosalie primeiro. Cheguei, ela maquiada, decote fundo, mamas pesadas a transbordar. ‘Vês? Eu também me arranjo.’ Lapin suculento, vinho bom. Olhos nos seios dela, ela ria nervosa. Tropeçou ao ir à cozinha, segurei-a, mão nos peitos moles. Ela glouglou, mas fugiu para o quarto dela, porta batida. ‘Desculpa…’, pensei.
Maryse soube, ciumenta. ‘A gorda é vulgar.’ Convite dela: vestido chique, bas résille, champanhe. ‘Não comeste assim com ela.’ Bebemos, ela corada. Beijei-a, língua dentro. Ela cedeu um segundo, depois: ‘Estás louca, tenho idade da tua avó!’ Mas vi desejo nos olhos. Mandei-lhe um Porto, aceitou. Bebemos mais, ela solta: ‘Arrependo-me de não te ter beijado bem.’
O Sexo Cru e Urgente nas Camas do Hotel
Segunda fase: beijo babado, mão no pescoço, língua funda. Ela gemeu. No sofá, despi-a devagar. Seio flácido, coxa enrugada. Rasguei o collant, cueca rendada. Dedo na cona seca. ‘Não… por favor.’ Mas abriu as pernas. Lambi-a, cheiro a urina velha misturado a excitação. Clitó grande, carnudo. Ela fechava olhos, tremia. Molhei dedo, meti no cu. Arcou-se, gozou forte, ‘Ai deus, que bom!’. Continuei a chupar até acalmar.
Ela pegou na minha cona, dedos desajeitados mas ansiosos. ‘Ensina-me.’ Guiou-a, gozei na boca dela, cyprine no queixo. Tribbing louco, conas molhadas a roçar, suor salgado na pele, lençóis ásperos do hotel grudados. ‘Fode-me mais’, implorava.
No dia seguinte, bilhete de Rosalie debaixo da porta: ‘Perdoa, inveja da velha. Porta aberta, fode-me toda.’ Fui. Nua na cama, barriga grande, mamas caídas. Chupei os mamilos, desci à cona encharcada, cheiro forte, cyprine nos lençóis. ‘Melhor que ela?’ ‘As duas sâo putas boas.’ Dedos na cona e cu, ela gozou gritando. 69 sujo, línguas fundas, ela lambia meu cu. Esfreguei cona na cara dela até baba e sumo misturados.
De volta ao aeroporto, avião a decolar. Lábios inchados, cona latejante, cheiro delas na pele. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Liberdade de passageira, urgência do adeus. Sorri, ainda molhada debaixo da saia. Que escala inesquecível.