Estava em escala em Lisboa, voo atrasado por causa de uma tempestade no Algarve. Cheguei ao hotel do aeroporto suada, a camisola colada à pele pela humidade moite da noite. O lobby estava quase vazio, só o zumbido distante dos motores e o ar condicionado gelado a arrepiar-me os mamilos. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico salgado, e reparei nela. Uma morena bronzeada, pernas cruzadas, olhar faminto. Parecia brasileira, mas falava português com sotaque do sul. ‘Tens cara de quem precisa de companhia’, disse ela, sorrindo, aproximando-se. Chama-se Ana, em trânsito para o Brasil, cansada da rotina. Começámos a falar de viagens, de liberdade longe de casa, onde ninguém nos conhece. O álcool aqueceu-me o ventre, os nossos joelhos roçavam debaixo da mesa. ‘Queres subir?’, murmurou ela, a mão na minha coxa. O coração acelerou. Estranha, urgente, o avião partia de manhã. ‘Vamos’, respondi, a cona já molhada de excitação pelo desconhecido.
Subimos ao quarto dela, 307, cheiro a limpa fresca e clim a 18 graus. Trancámos a porta, o silêncio roto só pelo ronco longínquo dos aviões. Despi-me devagar, a saia a cair, revelando a minha tosa farta e negra. Ela lambeu os lábios. ‘Que linda buceta’, disse, ajoelhando-se. Puxou-me para a cama, os lençóis ásperos de hotel contra a minha pele. Abriu-me as pernas, o nariz no meu mato, inalando o meu cheiro salgado de suor e desejo. A língua dela mergulhou na minha fenda, lambendo o clitóris inchado, chupando os lábios carnudos. ‘Estás tão molhada, caralho’, gemeu, enfiando dois dedos na minha cona apertada, fodendo-me devagar. Eu gemi alto, as unhas nas suas costas. Virei-a, explorei o cu dela, redondo e firme. ‘Deixa-me ver aí’, pedi, abrindo-lhe as nádegas. O buraco rosado piscava, cheiro a mar e sexo. Lambeu-me o cu enquanto eu a chupava, a língua no ânus dela, forçando entrada, o gosto salgado a enlouquecer-me. ‘Fode-me com a língua’, implorei. Ela obedeceu, o dedo no cu dela a entrar e sair, a cona dela a escorrer no meu queixo. Gozei primeiro, o corpo a tremer, jatos quentes na boca dela. Ela veio em seguida, empurrando a cara contra mim, gritando ‘Ai, porra, sim!’. Sudámos, os corpos colados, o ar cheio de cheiro a sexo.
A Rencontre Fortuita e a Tensão no Lobby
De manhã, o despertador tocou às 5h. Beijámo-nos uma última vez, o gosto dela ainda na minha boca. ‘Foi incrível, anonymato total’, disse ela, vestindo-se. Desci ao lobby, o avião esperava. Sentada no assento, as pernas doridas, o cu latejante de prazer, revivi tudo: o sal da pele dela, o frio dos lençóis, o ronco dos motores como banda sonora. Ninguém sabe, mas levo este segredo quente no corpo, pronto para a próxima escala. Liberdade de passageira, pura adrenalina carnal.