Estava em viagem de negócios para o Brasil, mas um atraso no voo me deixou presa numa escala em Lisboa. Chovia forte lá fora, o ar do lobby do hotel cheirava a café e mofo antigo. Entrei encharcada, a saia colada nas coxas, o cabelo pingando. No bar, vi eles: um casal na casa dos 40, ele alto, moreno, com um sorriso safado; ela, loira curvilínea, pernas cruzadas mostrando muito na saia curta. Olhares se cruzaram. ‘Boa noite, estás perdida?’, ele perguntou, voz grave. Sorri, sentei ao lado. ‘Escala infernal. E vocês?’
Fomos conversando, copos de vinho tinto descendo fáceis. O nome dele era Miguel, ela Ana. Vinham de férias no Algarve, mas pararam por causa da chuva. A tensão subia devagar. Ana roçava a perna na minha debaixo da mesa, fingindo descuido. ‘Gostas de aventuras?’, perguntei, olhando nos olhos dele. Ele riu, mão no meu joelho. ‘Adoramos. E tu, sozinha aqui… queres companhia?’ O coração acelerou. Ninguém nos conhecia. Liberdade pura. Subimos pro quarto deles no 5º andar, o elevador apertado, cheiro de perfume misturado com excitação.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
A porta mal fechou e as bocas se colaram. Ana me beijou primeiro, língua quente, mãos apertando meus seios por cima da blusa. ‘Estás tão molhada… não é só da chuva’, sussurrou. Tirei a roupa dela, sutiã caindo, mamilos duros como pedras. Miguel assistia, caralho já inchado nas calças. ‘Vem cá, safada’, ele mandou, puxando-me pro colo. Chupei o pau dele, grosso, veias pulsando, gosto salgado na pré-gozo. Ana se ajoelhou atrás, lambendo minha cona por trás, dedos abrindo os lábios. A clim do quarto gelava a pele suada, mas o calor moite entre as pernas ardia. Barulho de aviões ao longe, motores rugindo como nossa respiração.
Deitei na cama, lençóis ásperos de hotel roçando as costas. Miguel meteu devagar, o caralho esticando minha cona encharcada. ‘Caralho, que apertadinha!’, grunhiu. Ana sentou na minha cara, cona raspadinha pingando no meu queixo. Lambi voraz, clitóris inchado na língua, ela gemendo ‘Lambe mais, puta!’. Ele bombava forte, bolas batendo no cu, suor salgado escorrendo pro meu rabo. Troquei: Ana de quatro, eu chupando os mamilos dela enquanto Miguel fodia ela por trás. ‘Enfia no cu dela também?’, perguntei. Ele cuspiu no buraco, dedo primeiro, depois o pau. Ela gritou de prazer, ‘Sim, fode meu cu!’. Eu me masturbei vendo, dedos na cona, sucos escorrendo pros lençóis.
O Sexo Intenso na Quarto e o Adeus Ardente
Ele me virou de bruços, meteu no cu sem piedade, dor misturada com gozo. ‘Estás a levar tudo, vadia de passagem!’, rosnou. Ana lambeu minha cona por baixo, língua no clitóris enquanto o caralho dele me arrombava. Gozei primeiro, corpo tremendo, cona contraindo, jatos molhando a cara dela. Ana veio em seguida, esfregando-se na minha coxa. Miguel puxou pra fora e gozou na minha boca, porra quente e espessa, engoli tudo, gosto amargo no fundo da garganta. Ficamos ofegantes, corpos colados, ar condicionado zumbindo, noite úmida lá fora.
De manhã, café rápido no lobby. ‘Foi incrível, volta quando quiseres’, disse Ana, beijo na boca. Miguel piscou, ‘Segredo nosso’. Peguei o voo, corpo dolorido, cona latejando ainda. No avião, toquei-me discretamente lembrando o cheiro de sexo, o sal na pele, o ronco dos motores ecoando os gemidos. Anonimato salvo, prazer eterno. Nunca mais os vi, mas aquela escala mudou tudo.