Estava exausta depois do voo de Lisboa para Barcelona, mas uma escala imprevista em Madrid mudou tudo. Chovia lá fora, mas dentro do aeroporto, o ar era seco, com aquele cheiro de café e jet lag. Peguei um quarto no hotel do terminal, só pra esperar o próximo voo de madrugada. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. Afastei o pensamento do marido em casa, da rotina. Queria aventura.
No lobby, sentei no bar com um copo de vinho tinto. Ele apareceu: alto, pele morena, olhos escuros, sotaque espanhol forte. Parecia um executivo, camisa aberta no peito, suor brilhando na pele por causa do calor úmido que entrava pela porta. ‘Posso sentar?’, perguntou, sorriso safado. ‘Claro, estou sozinha’, respondi, pernas cruzadas, sentindo a saia subir um pouco. Falamos de viagens, olhares se cruzando. A mão dele roçou a minha no balcão. Coração acelerou. ‘Meu voo é em três horas. Quarto 312’, sussurrei, mordendo o lábio. Ele piscou: ‘Eu subo em dez minutos, portuguesa gostosa.’ A tensão era elétrica, o barulho dos aviões ao fundo como um chamado urgente.
A Tensão no Lobby do Hotel
Subi, corpo formigando. A clim do quarto gelava a pele, contrastando com o calor entre as pernas. Bati na porta dele – 315. Ele abriu, me puxou pra dentro. Beijo faminto, línguas se enroscando, gosto de sal no pescoço dele. ‘Quero te foder agora’, murmurou, mãos apertando minha bunda. Rasguei a camisa dele, unhas arranhando o peito peludo. Ele me jogou na cama, lençóis ásperos de hotel roçando as costas. Chupou meus peitos duros, mordendo os mamilos até doer gostoso. ‘Tira a roupa, mostra essa cona molhada’, ordenou. Tirei a calcinha encharcada, ele mergulhou a cara entre minhas coxas. Língua grossa lambendo o clitóris, dedos abrindo minha fenda. ‘Que delícia, tão apertada’, gemeu. Gritei baixo, ‘Mais forte, chupa minha buceta!’
O Sexo Urgente e Sem Limites
Dei meia volta, empinei o cu pra ele. ‘Quero teu pau na boca primeiro.’ Ele tirou a calça, caralho enorme, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Chupei gulosa, engolindo até a garganta, bolas no queixo. ‘Caralho, tu chupas como puta’, grunhiu, segurando meu cabelo. Cuspi na rola, branquei rápido. Ele me virou, enfiou dois dedos no cu, lubrificando com minha própria saliva. ‘Vai no teu rabo agora?’ ‘Sim, fode meu cu, rasga ele!’, implorei, lembrando que em casa nunca pedia isso. Ele cuspiu no buraco, empurrou devagar. Dor misturada com prazer, estiquei toda. ‘Que cu apertado, português!’ Bombou forte, pá-pá-pá contra minha pele, suor pingando. Virei de frente, ele meteu na cona, pernas no ombro, batendo fundo. ‘Goza pra mim, enche minha buceta de porra!’ Gritei alto, orgasmo rasgando, unhas nas costas dele. Ele urrou, jorrou quente dentro, porra escorrendo pelas coxas. Ofegantes, o ar condicionado gelando o suor, motores de avião ecoando como aplausos.
Depois, deitamos um pouco, corpos colados, cheiro de sexo no quarto. ‘Foi incrível, mas tenho que ir’, disse, vestindo rápido. Ele sorriu: ‘Volta quando quiseres, anónima.’ Beijo rápido na porta, ninguém viu. No aeroporto, pernas bambas, cona dolorida e latejando, porra ainda escorrendo na calcinha. Sentei na sala de embarque, sorriso bobo, revivendo cada estocada. Ninguém sabe, foi só uma escala. Liberdade pura, prazer fresco na memória. Meu voo chamou, parti com o corpo marcado, ansiosa pela próxima aventura.