A Minha Escale Íntima em Madrid com um Estrangeiro Irresistível

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Paris, mas uma escale imprevista em Madrid mudou tudo. O voo atrasado, o cansaço… decidi ficar no hotel mesmo ao lado do aeroporto. Cheguei ao lobby suada da viagem, o ar condicionado gelado a arrepiar a pele. Eu, 30 anos, 1,69m, 65kg, cabelo castanho claro ao carré com franja, olhos cor de mel, peito generoso e curvas que chamam atenção. Vesti um vestido leve preto até meio das coxas, saltos altos – raro no trabalho, mas hoje queria sentir-me mulher.

Sentei-me no bar do lobby, pedi um gin tónico. Ele apareceu: quase 30 anos, mais alto que eu mas médio, magro, óculos que lhe davam ar de intelectual virgem, cabelo curto castanho claro, olhos verdes lindos, barba de três dias que o envelhecia sexy. Chamava-se Mathieu, francês em trânsito. Sorriu, sentou-se ao lado. ‘Pareces precisar de companhia’, disse com sotaque charmoso. Rimos. Falámos de viagens, olhares que se cruzavam, pernas que se roçavam debaixo da mesa. A mão dele na minha coxa, subindo devagar. Senti o calor subir, a cona já húmida. ‘Quarto 312’, sussurrei. ‘O meu voo é às 6h. Urgência total.’ Ele piscou o olho, barba roçando o meu pescoço num beijo rápido.

A Rencontre Fortuita no Lobby do Hotel

Subimos. A clim da quarto fria contrastava com o calor moite da noite lá fora, motores de aviões ao fundo. Porta fechada, ele plaquou-me à parede, beijou-me com fome. Línguas enroscadas, gosto a sal da sua pele suada. Tirei-lhe a camisa, ele o vestido. Nada por baixo – só meias e liga. ‘Puta que pariu, estás molhada’, gemeu, dedos na minha cona ensopada, dois dentro, fodendo devagar. Gemi alto, unhas nas costas dele. ‘Chupa-me’, pedi. Ajoelhou-se, língua na minha boceta, lambendo o clitóris inchado, sugando o mel que escorria. ‘Que delícia, tão doce e salgada.’ Eu tremia, mãos no cabelo dele, empurrando a cara contra mim. ‘Mais fundo, caralho!’

O Sexo Intenso e Sem Limites na Quarto

Levantei-o, abri a braguilha. O caralho duro, grosso, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Chupei com vontade, bolas na boca, garganta funda. Ele gemia: ‘Oh merda, Continua!’ Deitei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, ele por cima. Meti-o dentro de mim num só empurrão, cona apertada a engoli-lo todo. ‘Fode-me forte!’, gritei. Ele bombava, coxas batendo nas minhas, suor pingando. Virei de quatro, ele agarrou as ancas, metendo como animal. ‘Vou gozar!’, avisou. ‘Dentro, enche-me!’ Gozou jatos quentes, eu rebentava num orgasmo que me fez tremer toda, gritando o nome dele.

Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo no ar. ‘Inesquecível’, murmurou, beijando o meu peito. Vestimo-nos rápido. No lobby, um último beijo, olhares cúmplices. Ninguém nos conhece. Apanhei o avião, corpo ainda dormente de prazer, cona latejante, memória do seu caralho a foder-me. Anonimato puro, liberdade de passageira. Ainda sinto o gosto dele na boca, o sal da pele. Volto a Lisboa diferente, mais viva.

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