Minha Escale Quente em Roma: Seduzi um Italiano no Lobby do Hotel

Estava em escala imprevista no aeroporto de Roma. Voo atrasado por horas, calor moite da noite de verão grudando na pele. Decidi ir pro hotel ali do lado, lobby cheio de viajantes cansados. Sentei no bar, pedi um gin tônica gelado, o gelo derretendo rápido na minha boca. Ele apareceu do nada, italiano alto, barba por fazer, olhos escuros que me devoravam. ‘Posso sentar?’, voz rouca, sotaque sexy. Sorri, pernas cruzadas, saia subindo um pouco. ‘Claro, estranho. Eu sou Ana, de Portugal.’ Conversamos, ele Marco, de Milão, em negócios. O ar condicionado gelado arrepiava minha pele, mas o calor entre nós crescia. Falei da liberdade de viagens, ninguém me conhece aqui. Ele riu, mão roçando meu joelho. ‘Gosta de jogos? De mandar e obedecer?’ Meu coração acelerou, buceta umedecendo só de imaginar. ‘Depende… mostra o que tem em mente.’ Ele pediu a chave do quarto dele, urgência no olhar. Subimos no elevador, silêncio pesado, cheiro dele misturado com meu perfume.

No quarto, porta mal fechada, ele me mandou sentar na cadeira dura. ‘Tira a blusa, sutiã também. Fica reta, mãos atrás.’ Voz firme, sem piedade. Obedeci, peitos livres, ar frio nos mamilos duros. Ele no laptop, ignorando-me minutos eternos. Eu molhada, pernas tremendo. ‘Agora, arqueia as costas, abre as pernas.’ Esperei, nua da cintura pra cima, plug na mala dele? Ele se levantou devagar, baixou minha calcinha até os joelhos. Dedos na minha fenda seca no começo. ‘Seca? Quero você sempre pronta pra mim.’ Uma tapa na bunda, forte, ardendo. Mão bruta agora, pinçando, forçando. Molhei rápido, sucos escorrendo. ‘Boa menina.’ Enfiou um plug no cu, gelado, esticando devagar. ‘Agora só a saia, peitos livres pra eu acessar.’ Frustrada, vesti assim, sentindo o plug preenchendo.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

Saímos pro carro dele, estrada escura pela floresta perto. Parou num canto isolado, barulho de motores ao longe. ‘Mãos no capô, empina a bunda.’ Dedos na buceta, ainda não molhada o suficiente. ‘Não tá pronta.’ Tirou algo do bolso, bolas chinesas frias no meu útero. Voltei pro carro, vibrando baixinho. No restaurante do hotel, velas tremendo, ele ligava o controle remoto. Espasmo na buceta, corpo arqueando. ‘O que é isso?’ ‘Ovo vibrante, puta. Quer sobremesa?’ Ele brincava, intensidade subindo, visão embaçando. Mamilo pinçado por baixo da saia, gemido escapou. ‘Quero tua pica agora!’ Paguei a conta, elevador, suor escorrendo. No quarto, ‘Tira a calcinha.’ Levantei a saia, pernas abertas. ‘Olha essa buceta de vadia molhada.’ Dedos no clitóris, ovo vibrando, gritei abafado. Na cama, plug e ovo fora, rio de mel. ‘Quero tua pica na buceta, no cu!’ Ele me virou, pica grossa na boca primeiro. ‘Chupa, diz quando quiser.’ Engoli gulosa, língua no saco salgado. ‘FODE-ME AGORA!’ De quatro no capô imaginário da cama, ele socou a buceta, pauzudo, bolas batendo. ‘Mais fundo!’ Mudou pro cu, lubrificado com meu mel, devagar depois rápido, puxando cabelo. ‘Quer porra dentro?’ ‘SIMMM!’ Gozou jorrando, corpo colapsando, cheiro de sexo e suor.

De manhã, corpo dolorido mas saciado, peguei o voo. Anonimato total, ninguém sabe. Ainda sinto o plug fantasma, gosto de sal na pele dele, calor moite da noite. Foi só uma escale, mas o prazer pulsa na memória, liberdade pura de passageira.

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