A Minha Escale Torride no Hotel do Aeroporto

Estava de escale em Lisboa, voo atrasado por uma tempestade. Cheguei ao hotel do aeroporto suada, a camisola colada na pele pela humidade pegajosa da noite. O ar condicionado do lobby era uma bênção gelada, mas o meu corpo ainda fervia de cansaço e excitação pelo desconhecido. Longe de casa, ninguém me conhecia. Liberdade total.

Sentei-me no bar, pedi um gin tónico salgado. Ele apareceu ao lado: alto, cabelo despenteado, olhos safados. Chama-se Miguel, disse, estudante de Paris em trânsito. Riu-se da minha pronúncia portuguesa, eu ri do sotaque dele. ‘Gostas de aventuras?’, perguntei, roçando o joelho na perna dele debaixo da mesa. Ele sorriu, vicioso. ‘Adoro putas como tu.’ As palavras acertaram em cheio na minha cona, já molhada só de imaginar.

A Rencontre Fortuita e a Tensão no Lobby

Falámos de viagens, de foder em sítios proibidos. A mão dele subiu pela minha coxa, dedos quentes roçando a renda das cuecas. ‘Quarto 312’, sussurrei, o coração aos pulos. Subimos no elevador, o cheiro a ele – suor misturado com colónia – invadiu-me. Portas fechadas, ele empurrou-me contra a parede. ‘Quero provar essa tua boceta portuguesa.’

A quarto era fria, o zumbido dos motores dos aviões ao fundo como banda sonora. Os lençóis ásperos do hotel roçavam a minha pele nua enquanto ele me despia. Deitei-me, pernas abertas, a cona exposta, latejante. Ele ajoelhou-se, língua quente e áspera no meu clitóris. ‘Humm, que delícia, tão molhada.’ Lambeu devagar, chupando os lábios, o gosto salgado da minha excitação na boca dele. Gemi alto, ‘Lambe mais, caralho, come-me toda.’

Não aguentei. Virei-me, 69 no colchão. A tripa dele vermelha e dura na minha cara. Cheirei o cheiro forte, animal. Chupei o caralho dele, engoli até à garganta, baba escorrendo. Ele gemia, ‘Assim, vadia, mama-me bem.’ A língua dele no meu cu agora, abrindo-me, molhando tudo. Senti o orgasmo subir, violento, jatos de mel na boca dele. ‘Gozei, porra!’

O Sexo Selvagem e o Adeus Apimentado

Queria mais. Pus-me de quatro, rabo empinado. ‘Fode-me, mete esse pau na cona.’ Ele entrou de rompante, grosso, esticando-me. Cada estocada batia fundo, o som molhado ecoando. ‘Mais forte, rasga-me!’ Mudei de ideia, ‘No cu, fode o meu cu!’ Ele cuspiu, guiou o caralho inchado para o buraco apertado. Doía bom, queimava de prazer. As unhas dele nas minhas ancas, suor pingando, sal na pele. ‘Vou encher-te de porra.’

Gozei de novo, o cu apertando o pau dele, corpo tremendo. Ele explodiu dentro, jatos quentes inundando-me, escorrendo pelas coxas. Ficámos colados, ofegantes, o ar cheirava a sexo puro.

De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Até nunca, puta inesquecível.’ Voltei ao avião, a cona ainda sensível, o cu latejante. O anonymato salvou-nos. Sorri sozinha, o prazer pulsando. Da próxima escale, repito. Quem sabe com quem?

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