A Minha Escale Quente em Paris: Seduzi um Estranho no Cinema Porno

Oi gente, isto aconteceu há duas semanas, numa escala imprevista em Paris. Eu, uma portuguesa de 28 anos, curvilínea, cabelo escuro ondulado, sempre aberta a aventuras. Viajava a negócios para Londres, mas o voo atrasou. Fiquei presa num hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle, com a noite moite e o zumbido distante dos motores. Aburrida, en falta de sexo – o namorado longe, e eu louca por caralho –, decidi explorar. Ouvi falar das Halles, saí de táxi. Cheguei às 18h, coração acelerado, dúvida a roer: e se alguém me reconhece? Mas aqui, ninguém me conhece. Liberdade total.

Entrei num sex-shop, luzes neon piscando, cheiro de borracha e lubrificante. Perguntei pelo cinema porno. O vendedor, um tipo careca, apontou uma porta escura no fundo. Hesitei, mas empurrei. A sala fedia a esperma fresco, ar pesado, ecrã gigante com uma loira chupando pila dura. Três silhuetas: uma à frente, outra atrás, e um gajo no fundo, de trinta e poucos, fato bem cortado, mão na verga inchada. Sentei-me duas cadeiras ao lado, pernas dele roçando as minhas ao passar. Ele olhou-me, sorriu malandro. Eu sentia a humidade entre as pernas, jeans apertado na cona molhada.

O Encontro no Lobby e a Sala Escura

Olhei o filme: ela engolia fundo, baba escorrendo. Ele punhetava devagar, pila grossa, glande roxo brilhando. Virei-me, ele piscou. Abri o zíper, toquei-me por cima da calcinha, clitóris latejando. Ele aproximou-se: “Gostas?” Sussurrei: “Demais…” Ele: “Toca nela, sei que queres.” Tremi, mão esquerda na pila quente, dura como pedra. Apertei, subi e desci, bolas pesadas. Ele gemeu baixo. Chupei o dedo, provei o pré-gozo salgado. Ajoelhei-me no chão pegajoso, engoli o glande, língua rodando, suguei até à garganta. Ele agarrou-me o cabelo: “Caralho, que boca gulosa.”

Ele puxou-me para cima, mão no meu cu por baixo do jeans. Desabotoou, dedo na racha, circulando o cu. “Quero-te agora”, murmurou. Eu: “Não aqui… leva-me ao teu hotel.” Saímos, vendedor a rir. No elevador, ideia louca dele: “Mostra o cu.” Baixei as calças, cona depilada exposta, ar condicionado gelado na pele suada. Ele babou: “Cu perfeito, redondo.” Chegámos ao quarto, cheiro a mofo e clim a 18 graus, lençóis ásperos de hotel.

A Foda Selvagem e o Adeus Tórrido

Na casa de banho, ele: “Vou raspar-te o cu, fica mais bonito.” Deitei-me de quatro na banheira, água morna escorrendo, espuma fria nas nádegas. Rasoir suave, pele sensível agora. Ele lambeu o cu limpo, língua forçando entrada, molhado e quente. Eu gemi: “Enfia, vai.” Dois dedos dentro, abrindo-me, enquanto eu chupava a pila dele de novo, bolas no queixo. Ele fodeu-me a boca, eu engasguei de prazer. No sofá, pus o preservativo na verga dura. Montei de costas, cona primeiro – escorregou fácil, cheia de sumo –, mas ele queria o cu: “Senta no meu caralho.” Pressionei, glande abrindo o anel, dorzinha boa virando êxtase. Desci devagar, enchi-me toda, bolas contra a pele.

Ele fodia forte, mãos nas ancas, slap slap na pele suada. Eu cavalgava, cu ardendo, unhas cravadas no peito dele. “Fode-me o cu, mais fundo!” Gritei, orgasmo subindo. Virou-me de quatro no sofá, pila fundo, variando ritmo – lento, saboreando a fricção, rápido, me deixando sem fôlego. Sudor moite, gosto de sal na pele dele. Ele grunhiu: “Vou gozar!” Saiu, virou-me, jatos quentes na cara, boca aberta engolindo o resto, salgado e grosso. Eu punhetei a cona, gozei em golfadas, corpo tremendo.

Depois, duche rápida, cu latejando gostoso. Ele deu o número, mas parti no dia seguinte, avião rugindo. Anonimato salvo, memória fresca: o cheiro de sexo, a urgência do adeus. Ainda sinto o cu pulsar. Quero mais escalas assim.

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