Estava de volta de um congresso em Madrid, voo cancelado em Faro. Escala forçada, uma noite no hotel do aeroporto. Ar quente e úmido lá fora, dentro o lobby gelado pela clim, cheiro de café e maresia. Sentei no bar, saia curta, pernas cruzadas, suada da viagem. Ele apareceu: tipo maduro, uns 45, forte como lavrador, camisa apertada nos peitos largos, barba grisalha, olhos safados. Português de aldeia, disse ser dono de mercearia ali perto, veio buscar a mulher que trabalhava no hotel. Mas ela atrasou.
Conversámos. ‘Beleza de lisboeta’, disse ele, sorriso torto. Eu ri, pernas descruzadas de propósito, sentindo o ar fresco na pele. Chamava-se Manuel, casado, mas olhos famintos. Falei das saudades de foder sem amarras, longe de casa. Ele mordeu o isco: ‘Aqui ninguém te conhece, miúda.’ Copos tilintavam, aviões rugiam ao longe. A mulher dele ligou, disse que não vinha. Ele piscou: ‘Quarto livre no rés-do-chão. Ajuda-me a descarregar?’ Coração acelerou. Liberdade pura, partida amanhã.
A Escala e o Encontro no Lobby
Subi com ele. Quarto simples, lençóis ásperos de hotel, clim zumbindo, luz amarelada. Porta fechada, ele me encostou na parede. ‘Quero-te desde o lobby’, murmurou, mãos grossas nas minhas coxas. Eu gemi, ‘Fode-me já, Manuel, sem conversa.’ Beijava com língua grossa, gosto de vinho tinto e tabaco. Tirei a blusa, seios livres balançando. Ele chupou os mamilos duros, mordendo leve. ‘Caralho, que tetas.’ Desabotoei-lhe as calças, pauzão grosso, veias saltadas, cabeçona roxa. ‘Gostas?’, grunhiu. Masturbei devagar, pré-gozo melado nos dedos.
Ele me atirou na cama, saia arriada, calcinhas de lado. ‘Olha esta cona molhada.’ Lambeu-me forte, língua no clitóris inchado, dedão enfiado. Eu arqueava, ‘Assim, caralho, chupa mais!’ Cheiro de sexo no ar, suor salgado na pele dele. Virei, engoli o caralho inteiro, bolas peludas na cara. Ele gemia, ‘Boa boca, putinha de viagem.’ Sucção molhada, saliva escorrendo. ‘Vou-te foder o cu também, hein?’
A Foda Intensa na Quarto de Hotel
De quatro, ele entrou na cona de rompante, pausão preenchendo tudo. ‘Que apertadinha!’ Batia forte, coxas batendo nas minhas nádegas, som de pele chapinhando. ‘Mais fundo, fode-me como cadela!’ Gritei, unhas nas lençóis. Ele cuspiu no cu, dedo dentro, depois o pau. ‘Devagar no início… ahh, foda-se, que delícia!’ Deslizava no cu apertado, bolas batendo na cona. Eu gozei primeiro, tremendo, cona esguichando. Ele virou, 69 no chão, tapete áspero nas costas. Chupava-me enquanto eu engolia, ‘Não gozes ainda!’
Cavalguei-o, cu descendo no pau, seios aos saltos. ‘Olha como te como toda.’ Ele apertava as nádegas, dedão na cona. Mudei, pernas entrelaçadas, olhos nos olhos, ‘Sentes o meu caralho pulsar?’ Ondulávamos, suor pingando, ‘Amo ser enrabada assim.’ Gozámos juntos, ele enchendo-me o cu de porra quente, escorrendo pelas coxas. ‘Filha da puta, que foda!’
De manhã, café rápido no lobby. ‘A minha mulher sabe, ela gosta que eu foda fora.’ Ri, beijei-o. Avião chamou. Saí com pernas bambas, memória do cu arrombado, cheiro dele na pele. Anonimato salvo, prazer eterno. Volto? Quem sabe.