Estava em viagem de negócios, voo atrasado por uma tempestade. Escale forçada em Munique, hotel impessoal perto do aeroporto. O ar condicionado gelado batia na pele suada, cheiro de café forte e cigarro no lobby. Eu, portuguesa de Lisboa, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. Liberdade pura, coração acelerado com o desconhecido.
Sentei no bar, copo de vinho tinto na mão, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Ele veio primeiro: alto, alemão, olhos azuis famintos, fato amarrotado. ‘Boa noite, viagem ruim?’, perguntou com sotaque grosso. Sorri, ‘Péssima, mas agora melhor’. Ela chegou logo, loira escultural, unhas vermelhas, perfume doce. Marika, ele era George. Rimos, conversas soltas sobre voos, vidas. Mãos roçando, olhares demorados. Senti a umidade crescer entre as coxas, o barulho distante dos aviões decolando como um chamado urgente.
A Escale e a Tensão no Lobby do Hotel
‘Tem calor aqui, não?’, disse ela, mão no meu ombro, massageando devagar. Arrepios. Ele pediu mais vinho. ‘Nossa quarto é logo ali, quer continuar a conversa?’, convidou ele, voz rouca. Hesitei um segundo, mas o fogo já queimava. ‘Por que não? Amanhã eu vou embora, ninguém sabe’. Subimos, elevador apertado, respirações pesadas, corpo dela colado no meu, mão dele na minha bunda.
Na quarto, luz fraca, cama king size com lençóis brancos frios. Porta fechada, beijo dela primeiro: macio, língua invasora, gosto de menta e vinho. Tirei a blusa, seios livres, mamilos duros. Ela chupou um, ele o outro. ‘Que delícia de puta portuguesa’, gemeu ele, abrindo minha saia. Deitei, pernas abertas, cona molhada exposta, cheiro de excitação no ar úmido da noite.
Ela mergulhou a boca na minha cona, língua rodando no clitóris, sugando forte. ‘Humm, tão salgada e doce’, murmurou. Eu gemi alto, mãos nos cabelos dela. Ele tirou a calça, caralho grosso e duro, veias pulsando. ‘Chupa ele’, ordenou ela. Obedeci, boca cheia, engolindo até a garganta, saliva escorrendo. Ele fodeu minha boca, gemendo ‘Ja, assim!’. Troca: ele lambeu minha cona, barba roçando, língua funda, bebendo meus sucos. Gozei na boca dele, corpo tremendo, pernas bambas.
A Noite de Prazer Sem Filtros na Quarto
Marika sentou na minha cara, cona raspada pingando na minha língua. Lambei voraz, gosto azedo e viciante, ela rebolava ‘Lamba mais, vadia!’. Ele meteu em mim por trás, caralho esticando minha cona, pausadas fortes, bolas batendo na bunda. ‘Tão apertada!’, grunhiu. Virei de quatro, ele socando, ela chupando meus peitos. Troquei: montei nele, cona engolindo tudo, subindo e descendo, suor pingando, gosto de sal na pele. Ela sentou no rosto dele, nós três suados, cheiro de sexo pesado, ar condicionado zumbindo.
Ele gozou dentro, porra quente enchendo minha cona, escorrendo pelas coxas. Ela me fez lamber ela até gozar, esguicho na minha boca. Cansados, deitados, corpos colados, risos ofegantes. ‘Foi incrível, volta quando quiser’, disse ele.
De manhã, check-out cedo, corpo dolorido, cona inchada e latejando. No táxi pro aeroporto, sorriso bobo, cheiro dele ainda na pele. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Voo decolando, prazer ecoando, lembro da urgência, da liberdade. Quero mais.