Estava em escala inesperada em Nice, voo atrasado por causa de uma tempestade. Cheguei suada, o sol de junho queimando a pele, ar úmido grudando na roupa. Check-in no hotel simples perto da baía, lobby com cheiro de cloro e café forte. Eu, Maria, portuguesa de Lisboa, 32 anos, solteira e aberta pra aventuras. Longe de casa, ninguém me conhece. Liberdade total.
No lobby, vi ele: Kalim, marroquino, jardinier do hotel. Uniforme sujo de terra, pele morena brilhando de suor, bigode grosso, olhos famintos. Ele arrumava flores perto da recepção. Sorri pra ele, cruzei as pernas devagar, shortinho curto subindo. ‘Oi, calorão, né?’, falei em francês ruim. Ele riu, voz rouca: ‘Sim, senhora, mas você aguenta bem’. Tensionou. Olhares se cruzando, eu mordendo o lábio. ‘Quarto 205, se quiser refrescar’, pisquei. Ele hesitou, mas subiu minutos depois.
A Chegada e o Encontro no Lobby do Hotel
Porta entreaberta, eu deitada de bruços na cama, só calcinha rosa fina, pele salgada do mar. Ar-condicionado gelado arrepiando, som distante de motores no aeroporto. Ele entrou quieto, celular na mão, tirando fotos. Clique alto, mas eu fingi dormir, excitada com o risco. Senti o dedo dele na minha bunda, leve, explorando a renda. Calor subiu, cona úmida já. Virei devagar, olhos nos dele: ‘Vem, fode-me antes do meu voo’. Ele tirou a roupa rápido, caralho grosso, veioso, circuncidado, apontando pra mim.
Deitei de costas, pernas abertas. Ele chupou meus peitos, pesados, mamilos duros como pedras. Barba roçando, dorzinha boa. ‘Que delícia de tetas’, grunhiu. Deslizei a calcinha pro lado, cona raspadinha, rosada, pingando. Dedos dele entraram, dois de uma vez, mexendo fundo, gosma escorrendo. Gemi alto: ‘Mais forte, porra!’. Ele lambeu minha buceta, língua grossa no clitóris, gosto salgado misturado. Montei nele, caralho abrindo tudo, quentinho, apertado. Cavalguei louca, suores misturando, cheiro de sexo preenchendo o quarto. ‘Fode minha puta!’, eu mandava. Ele virou, me pôs de quatro, batendo forte, bolas batendo na minha pele. Unha cravando nas costas peludas dele.
O Sexo Intenso na Quarto com Urgência do Voo
Gozei gritando, corpo tremendo, squirt molhando os lençóis ásperos do hotel. Ele veio logo, jatos quentes enchendo minha cona, escorrendo coxa abaixo. Ofegantes, colados, gosto de sal na pele dele. ‘Meu voo é em uma hora’, sussurrei. Ele sorriu safado: ‘Volta pra mais’. Mas não voltei.
No táxi pro aeroporto, corpo dolorido, cona latejando, memórias vivas. Anonymato salvo, ninguém sabe. Ainda sinto o cheiro dele, o calor moite da noite, o ronco dos aviões. Aquela urgência do adeus tornou tudo mais intenso. Portugal espera, mas essa escapada fica comigo pra sempre.