Eu sou a Inês, portuguesa de 42 anos, vendida de livros técnicos pela França há anos. Adoro esta vida de pássaro viajante, longe de Lisboa, onde ninguém me conhece. Desta vez, vim a Lorient, na Bretanha, para ver um cliente. Cheguei de avião a Nantes e apanhei o comboio até aqui. O ar úmido do mar batia na cara quando saí da estação. O hotel era perto do porto, daqueles lobby cheios de marinheiros e turistas.
Noite de junho, calor pegajoso apesar da brisa. Entrei no bar do hotel, pedi um muscadet fresco. Ele estava ali, um tipo na casa dos 40, fato amarrotado de comercial, olhos curiosos. Chamava-se Lucien, francês de viagens constantes. Sorri para ele, cruzei as pernas devagar. ‘De passagem?’, perguntei, voz baixa, com sotaque português que os encanta. Ele riu, aproximou-se. Falámos de rotas, de clientes traidores como aquele Valentini corso que me contou. O vinho soltava as línguas, o joelho dele roçava o meu debaixo da mesa. Senti o calor subir, o cheiro a sal do porto misturado com o dele, suor leve.
O Encontro no Porto e a Tensão que Cresce
‘Queres vir jantar no porto?’, convidei, direta. Aceitou. No restaurante, huîtres de Belon, salgadas na boca, bordeaux encorpado. Ele contou da ex-empregada Maria, apaixonada pelo corso. Eu ri, toquei a mão dele. ‘Aqui ninguém nos conhece, Lucien. Podemos ser livres.’ O genol dele pressionou mais forte, a mão subiu pela minha coxa sob a saia. O coração acelerava, excitação do desconhecido, do comboio que parte amanhã. ‘Vamos para o meu quarto’, sussurrei, pagando a conta.
A clim do quarto zumbia baixa, ar fresco contrastando o calor moite lá fora. Fechámos a porta, beijos urgentes. Tirei a blusa, os seios livres saltaram. Ele gemeu, ‘Putain, Inês, és linda.’ As mãos dele apertaram os meus peitos, mamilos duros como pedras. Eu desabotoei as calças dele, a pila já rija, grossa, latejante. ‘Quero-te agora’, disse, empurrando-o para a cama. Os lençóis do hotel eram ásperos, cheiro a lavanda barata. Montei nele, guiei a pila à minha cona molhada. Desci devagar, senti-a entrar toda, enchendo-me. ‘Fode-me forte’, ordenei, unhas nas costas dele.
A Foda Intensa na Quarto de Hotel e o Adeus Ardente
Ele virou-me de quatro, pilha a bater fundo, bolas a chapinhar no meu cu. O barulho dos motores dos barcos ao longe misturava-se aos gemidos. ‘Mais rápido, caralho!’, gritei, o suor pingava, sal na pele dele que lambi. Ele agarrou os meus cabelos, fodia como um animal, urgente porque amanhã partimos. Gozei primeiro, cona a apertar, ondas quentes. Ele veio logo, jatos grossos dentro de mim, gemendo o meu nome. Ficámos ofegantes, corpos colados, clim gelada nos peitos suados.
De manhã, café rápido no lobby. ‘Foi incrível, Inês. Volta?’, perguntou. Sorri, ‘Talvez, mas o anonimato é o melhor.’ Apanhei o comboio para Nantes, corpo ainda dorido, cona sensível. O prazer latejava, memória da pila dele, do sal, do urgente. Ninguém em Lisboa saberá. Liberdade de passagem, próxima escala espera. Ainda sinto o cheiro dele na pele.