A Minha Noite Proibida numa Escale em Faro

Estava de regresso de um congresso em Lisboa, voo atrasado por uma tempestade. Escale forçada em Faro, Algarve. Noite quente, úmida, ar carregado de sal do mar. Check-in num hotelzinho modesto perto do centro. ‘Só uma noite’, pensei. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. Saí a vaguear, atraída pelo bulício de uma feira noturna na vila. Cheiro de peixe grelhado, pão quente, risos altos. Vestia um vestido leve, colado ao corpo pelo suor, decote generoso mostrando as minhas curvas.

Noite abafada, brisa morna roçando a pele. Caminhava devagar, sentindo olhares. Parei num bancado de doçaria. Uma rapariga jovem, Joana, oferecia pastéis caseiros. ‘Experimenta, senhora?’. Mordi um, doce na boca, mel e canela. Ao lado, ele. Henrique. Elegante, fato três peças apesar do calor infernal, gravata frouxa. Parecia saído de outro tempo, alto, olhos escuros fixos em mim. ‘Gostas?’, perguntou, voz grave, rouca. ‘Delicioso… como tu.’, respondi, piscando. Ele riu, mão roçando a minha ao pegar num pastel. Choque elétrico. Tensão imediata, ar pesado.

O Encontro Casual no Mercado da Vila

‘Vens de fora?’, disse ele. ‘Escale. Amanhã sigo.’, expliquei. Joana sorriu cúmplice. ‘O meu pai adora mostrar a vila.’. Passeamos pela feira, braços roçando. Contava histórias antigas das ruas empedradas, castelo ao fundo na colina. Calor subia, suor escorrendo entre os seios. Sentámo-nos numa clareira ali perto, relva macia, grilos cantando, mar ao longe. ‘Estás linda assim, suada.’, murmurou, mão na minha coxa. Virei-me, beijei-o. Línguas quentes, urgentes. ‘Quero-te agora.’, sussurrei. Ele hesitou: ‘E a Joana?’. ‘Só esta noite. Ninguém sabe.’.

Voltámos ao hotel, lobby vazio, rececionista distraída. Elevador rangente, mãos já por todo o lado. Quarto fresco da clim, lençóis ásperos de hotel. Porta bateu, ele empurrou-me contra a parede. Rasgou o vestido, boca nos meus peitos. ‘Que mamas perfeitas, Inês.’. Chupei o pescoço dele, gosto salgado. Tirei-lhe a camisa, corpo firme, cheiro a homem. Deitei-me na cama, pernas abertas. ‘Fode-me, Henrique. Forte.’. Ele ajoelhou, língua na minha cona molhada. Lambidas vorazes, clitóris inchado, gemidos ecoando. ‘Estás encharcada, puta safada.’. Dedos dentro, dois, três, bombeando. Gozei rápido, corpo tremendo, sucos escorrendo.

O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel

Ele levantou-se, caralho duro, grosso, veias pulsando. ‘Chupa-me.’. Engoli, boca cheia, saliva pingando. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo. ‘Boa rapariga.’. Deitei-me de quatro, rabo alto. Entrou de rompante, caralho a rebentar a cona. Pancadas fortes, bolas batendo no cu. ‘Mais! Fode mais fundo!’. Sudor, cheiro de sexo, clim zumbindo, motores de aviões ao fundo. Virei de frente, pernas nos ombros dele. Olhos nos olhos, ele a martelar. ‘Vou gozar dentro!’. ‘Sim, enche-me!’. Jatos quentes, cona cheia de porra, misturada com os meus sumos. Colapsámos, ofegantes, pele colada.

De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Segredo nosso.’, disse. Avião partiu, corpo ainda dorido, cona latejando. Lembro o gosto dele na boca, o cheiro nos lençóis. Liberdade de passageira, anónimo total. Placer que arde ainda. Faro, voltarei? Quem sabe…

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