Escala Imprevista: Seduzi um Estrangeiro no Lobby do Hotel

Estava de volta de um voo de Madrid, escala imprevista em Lisboa por causa de uma tempestade. O calor moite da noite grudava na pele, o ar do aeroporto cheirava a café queimado e suor. Peguei um táxi até um hotelzinho perto do aeroporto, o tipo de sítio impessoal onde ninguém pergunta nada. No lobby, a clim gelada arrepiava os braços, o zumbido distante dos motores dos aviões ecoava como um convite ao proibido.

Ele estava lá, encostado ao bar, um tipo comum, uns 40 anos, fato amarrotado de quem viaja a negócios. Olhos castanhos, barba por fazer, nada de James Dean, mas algo no jeito dele me pegou. Sorri, pedi um gin tónico. ‘Primeira vez em Lisboa?’, perguntou, voz rouca, sotaque francês. ‘Não, mas esta escala… é inesperada’, respondi, inclinando-me um pouco, deixando o decote falar. A tensão subiu devagar. Ele se aproximou, cheiro de colónia misturado com cigarro. ‘Quarto livre? A minha reunião atrasou amanhã cedo.’ Rimos, dedos roçaram no copo. O lobby esvaziava, só o rececionista bocejando. ‘Vem ver a vista do meu quarto’, murmurou. Eu sabia o que era. Levantei-me, pernas tremendo de excitação. Liberdade total, ninguém nos conhece aqui.

A Chegada ao Hotel e o Olhar que Acendeu Tudo

Subimos no elevador apertado, silêncio pesado, respiração acelerada. Porta fechada, ele me encostou à parede, beijo faminto, língua invadindo. ‘Quero-te agora’, sussurrei, mãos no cinto dele. Tirei a blusa, sutiã de renda preta. Ele gemeu, mamilos duros na boca dele, mordiscando suave. ‘Devagar… ou não’, ri. Deitei-me na cama, lençóis frios de hotel contra a pele quente. Ele desceu a saia, cueca de lado, cona já molhada, ar condicionado zumbindo. Lambi os lábios dele, gosto salgado de suor. ‘Fode-me com a boca primeiro’, ordenei. Ele obedeceu, língua no clitóris inchado, dedos enfiando devagar, dois, três. Gemi alto, ‘Assim, caralho, mais fundo!’. O quarto cheirava a sexo, calor moite lá fora infiltrando-se.

Virei-me de quatro, rabo empinado. Ele cuspiu na mão, lubrificou o cu apertado. ‘Vai, mete-me toda’, supliquei, urgência do voo amanhã a pulsar. O caralho dele, grosso, entrou devagar no cu, dor misturada com prazer, estiquei-me toda. ‘Porra, estás tão apertada’, grunhiu, mãos nas ancas, unhas cravando. Fodia forte, bolas batendo na cona, eu masturbava o clitóris, suores misturando-se, gosto salgado na pele dele quando o beijei por trás. Gozei primeiro, corpo tremendo, ‘Não pares, fode mais!’. Ele acelerou, gemendo francês sujo, ‘Ta chatte… ton cul…’. Virei de frente, pernas nos ombros, cona aberta para ele. Meteu fundo, caralho latejando, eu apertava com os músculos, leite descendo. ‘Enche-me, dá-me tudo!’, gritei. Ele explodiu, esperma quente jorrando, 30 segundos de pulsos, corpo colado no meu.

O Sexo Selvagem no Quarto, Sem Limites

Não acabou. Ele lambeu o cu arrombado, eu chupei o caralho sujo, garganta profunda, bolas na boca. Segunda ronda no chuveiro, água fria batendo, sabão escorregadio nas tetas. Fodi-lo contra os azulejos, unhas nas costas dele. Gozou na boca, engoli tudo, gosto amargo e salgado. ‘Incrível’, murmurou, ofegante.

De manhã, vesti-me rápido, ele dormia exausto. Deixei bilhete: ‘Obrigada pela escala’. No táxi para o aeroporto, corpo dolorido, cona e cu latejando, memória fresca. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Sorri, pernas ainda tremendo. Volto a casa, mas este fogo fica comigo. Quem sabe a próxima escala?

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