A Minha Escala Quente no Aeroporto de Lisboa

Estava exausta depois de um voo atrasado. Escala imprévista no aeroporto de Lisboa, duas horas que viraram a noite toda. Cheguei ao hotel anexo, ar condicionado gelado contrastando com o calor moite lá fora. O lobby cheirava a café forte e perfume barato. Sentei-me no bar, pernas doridas nos saltos altos, saia colada na pele suada.

Ele apareceu do nada. Alto, moreno, olhos castanhos que me perfuraram. ‘Boa noite, também em trânsito?’, disse com sotaque espanhol leve. Chamava-se Miguel, piloto em layover. Pediu um gin tónico para mim, sem perguntar. Falámos de viagens, de solidão nos céus. O álcool desceu quente, o coração acelerou. O bar esvaziava, o ronco distante dos aviões vibrava no chão. Toquei no braço dele, casualmente. Ele sorriu, mão na minha coxa por baixo da mesa. ‘Quarto 312?’, sussurrou. Levantei-me, pernas trémulas, o desejo já molhado entre as pernas.

O Encontro no Lobby do Hotel

Subimos no elevador, silêncio elétrico. Portas fecharam, ele pressionou-me contra a parede, boca na minha, dura e urgente. Cheirava a hortelã e suor fresco. ‘Quero-te agora’, murmurou. Entrei no quarto, luz fraca, lençóis brancos impecáveis, ar condicionado zumbindo. Ele trancou a porta, tirou a camisa, peito musculado brilhando. Eu despia a blusa devagar, seios livres saltando. ‘Fode-me como se fosse a última vez’, disse eu, voz rouca. Ele riu baixo, ‘É Lisboa, ninguém nos conhece’.

Atirou-me para a cama, saia subida, cuecas rasgadas num puxão. Boca dele no meu pescoço, descendo aos mamilos duros, mordendo forte. Gemi alto, unhas nas costas dele. Mãos dele abriram-me as pernas, dedos grossos na cona molhada, escorregando fácil. ‘Estás ensopada, puta safada’, grunhiu. Lambeu-me devagar, língua no clitóris inchado, sugando como faminto. O gosto salgado da minha excitação enchia a boca dele. Eu arqueava, ‘Mais, caralho, chupa-me!’. Ele obedeceu, dois dedos dentro, fodendo rápido, o quarto cheirava a sexo e humidade.

A Paixão Desenfreada na Quarto

Não aguentei, virei-o, ajoelhei-me. Calças dele abaixo, caralho duro, grosso, veias pulsando. Engoli-o inteiro, garganta funda, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Que boquinha gulosa’. Chupei com fome, bolas na mão, língua na cabeça vermelha. Ele puxou-me o cabelo, fodi a boca dele na minha. Depois, deitei-me de costas, pernas abertas. ‘Mete esse pauzão em mim’, implorei. Entrou num empurrão, enchendo-me toda, cona apertando. Fodia forte, cama rangendo, pele batendo pele. ‘Mais rápido, fode esta cona de viajante!’, gritava eu. Ele acelerava, suor pingando no meu peito, mamilos roçando o peito dele.

Virei de quatro, rabo alto, ele atrás, caralho fundo, batendo no colo do útero. Mão na minha garganta, outra no clitóris, esfregando. Gozei primeiro, cona contraindo, jatos quentes escorrendo pelas coxas. ‘Vem, enche-me de porra!’, berrei. Ele urrou, pau inchado, atirando dentro, quente e grosso, vazando devagar. Caímos exaustos, corpos colados, respiração pesada, o zumbido dos aviões ao fundo.

De manhã, café rápido no quarto, beijos preguiçosos. ‘Volta a Lisboa?’, piscou ele. Sorri, vesti-me, mala pronta. No táxi para o aeroporto, corpo ainda doía gostoso, cona sensível, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Esta escala foi o melhor da minha vida. O prazer lateja ainda, pronto para a próxima aventura.

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