A Minha Escala Quente no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios para o Porto, mas o voo atrasou horas. Escale inesperada em Lisboa, noite de dezembro quente e moite, ar pesado como um abraço suado. Check-in num hotelzinho perto do aeroporto, daqueles com lobby barulhento, cheiro a café e aviões rugindo ao fundo. Eu, cansada mas excitada pela liberdade – ninguém me conhece aqui, sou só uma portuguesa solta no mundo.

Sento-me no bar do lobby, saia curta colando nas coxas suadas, copo de vinho na mão. Ele aparece: alto, moreno, estrangeiro, talvez italiano, olhos famintos. ‘Boa noite, linda. Voou também?’, diz com sotaque rouco. Sorrio, pernas cruzam devagar. Conversa flui: viagens, solidão, o calor que nos derrete. Mãos roçam no balcão, ele cheira a loção fresca misturada com suor. ‘Quarto 312. Vens tomar um ar fresco?’, sussurra no meu ouvido, hálito quente. Coração acelera, cona já molhada. ‘Sim… mas rápido, meu voo é às 6h.’

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Subimos no elevador apertado, silêncio elétrico, só o zumbido e nossos olhares. Porta fecha, ele me empurra contra a parede, boca na minha, língua invasora, mãos subindo saia. ‘Quero-te agora’, rosna. Eu gemo, ‘Fode-me forte, sou tua esta noite.’ Liberdade total, urgência do avião partindo – tudo permitido.

Ele rasga minha blusa, seios saltam livres, mamilos duros como pedras. Chupa-os com fome, mordendo leve, eu arqueio costas. ‘Tira tudo’, ordeno. Calças dele caem, caralho enorme, grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando na cabeça. ‘Maior que o do meu homem’, penso, excitada. Deito na cama, lençóis ásperos de hotel roçando pele, AC gelado arrepiando suor. Ele me vira de bruços, rabo ao alto, espalha pernas. Dedos na cona, molhada que pinga. ‘Estás ensopada, puta safada.’ Enfia dois, depois três, eu grito, ‘Mais!’. Língua no cu, lambendo raia, gosto salgado da minha pele misturado ao dele.

O Sexo Cru e Urgente no Quarto

Caralho pressiona entrada da cona, devagar no início, esticando-me ao limite. ‘Ai… devagar… é grosso demais.’ Ele ignora, empurra forte, enche-me toda, bolas batendo em mim. ‘Fodo-te como cadela’, grunhe, metendo ritmado, rápido. Eu gozo primeiro, cona apertando pau dele, sumo escorrendo coxas. Vira-me, pernas nos ombros, fode fundo, clitóris roçando púbis dele. ‘Grita, vadia!’ ‘Sim, fode! Enche-me de porra!’ Ele acelera, suores mistos, cheiro de sexo cru no ar, aviões trovejando fora. Goza dentro, jatos quentes inundando, eu tremo num segundo orgasmo, unhas cravadas nas costas dele.

Ficamos ofegantes, corpos colados, AC secando suor salgado. Ele beija pescoço, ‘Inesquecível.’ Visto-me rápido, cona latejando, porra escorrendo perna. ‘Adeus, estranho.’ Saio, lobby vazio, pego táxi pro aeroporto. No avião, sentada, sinto ainda ele dentro, cheiro persistente na pele, sorriso secreto. Anonymato perfeito, prazer vivo – volto pra casa, mas levo esta memória torride, pronta pra mais.

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