Escala Imprevista: Meu Encontro Torrido com um Estrangeiro no Hotel

Estava em trânsito de Lisboa para Los Angeles, um voo de negócios chato. Tempestade sobre o Midwest, escala forçada em Chicago. Noite quente, moita, cheiro de asfalto molhado. Cheguei ao hotel do aeroporto, lobby iluminado por neon frio, ar-condicionado gelado contra a pele suada. Pedi um gin tónico no bar, cansada, mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui, só uma portuguesa de passagem.

Ele apareceu do nada. Alto, cabelo desgrenhado, sorriso maroto. Chamava-se Kevin, americano do bairro ali perto, disse que veio buscar alguém mas perdeu o voo. ‘Ei, portuguesa, pareces saída de um filme europeu’, provocou, olhos fixos nos meus seios sob a blusa fina. Ri, mas rebati: ‘E tu pareces um cowboy de quinta, a tentar impressionar’. Chamailleries instantâneas, como se nos conhecêssemos de sempre. Ele riu alto, aproximou-se, cheiro de loção pós-barba misturado a suor. ‘Queres apostar quem bebe mais?’, desafiou. Bebemos, mãos roçando, tensão elétrica. Olhos dele desciam para as minhas coxas cruzadas. Senti a cona pulsar, o desconhecido a excitar-me. ‘Vens comigo para cima? Meu quarto tem vista para as pistas’, sussurrei, voz rouca. Ele hesitou um segundo: ‘Só se prometeres não morder… muito’. Subimos no elevador, silêncio pesado, corpos colados.

A Chegada e a Faísca Inicial

Porta fechada, clim zumbindo, lençóis brancos de hotel ásperos. Ele atirou-me contra a parede, beijos famintos, língua invasora com gosto a uísque. ‘Caralho, és tão gulosa’, gemeu, mãos a rasgar a blusa, mamilos duros expostos. Chupei-lhe o pescoço salgado, mordi o lóbulo da orelha. Ele ajoelhou-se, puxou as cuecas, língua na cona molhada, lambendo o clitóris devagar, depois rápido. ‘Gostas, puta portuguesa?’, rosnou. Gozei na boca dele, pernas a tremer, sucos escorrendo. Levantei-o, abri a braguilha: pica grossa, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. Engoli até à garganta, salgado, grosso, ele fodeu-me a boca, mãos no cabelo. ‘Vou-te foder até pedires misericórdia’, prometeu.

A Noite de Prazer Sem Limites

Deitei-me na cama, pernas abertas, ele entrou de rompante, caralho a encher-me toda, bolas batendo no cu. ‘Mais forte, fode-me como um animal!’, gritei. Ele bombava, suor pingando, pele colada, cheiro de sexo no ar. Virei de quatro, ele meteu dedos no cu enquanto fodia a cona, ritmo brutal. ‘Estás tão apertada, vadia’, grunhiu. Gozei outra vez, cona a contrair, esguichando no pau dele. Ele virou-me, pernas nos ombros, penetrando fundo, acertando o ponto G. ‘Vou gozar dentro!’, avisou. ‘Sim, enche-me de porra!’, implorei. Jatos quentes, transbordando, misturado aos meus sucos. Caímos exaustos, corações disparados, motores de aviões ao fundo.

De manhã, ele partiu antes do amanhecer, beijo rápido, ‘Adeus, portuguesa selvagem’. No avião, corpo ainda dorido, cona sensível, lembrei cada embate, o sal na pele dele, o gemido rouco. Ninguém saberá, anonimato perfeito. Sorri, mão na coxa, prazer ecoando. Volto à vida normal, mas levo este segredo ardente para sempre.

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