Escala Torrida nas Cévennes: Meu Banho Nu com o Guia Estranho

Eu sou a Inês, de Lisboa, 32 anos, solteira e louca por aventuras. Estava em férias no sul de França, Cévennes, para umas caminhadas leves. O voo teve escala imprevista em Montpellier por causa de uma tempestade, e acabei num hotelzinho rural no fim do dia. Calor moite lá fora, suor colando a blusa nos peitos. Entro no lobby, o ar condicionado gela tudo, cheiro de pinho e café forte. Lá está ele: Thomas, o guia francês do grupo de randonneurs que vi no bar da estrada. Alto, bronzeado, músculos definidos de tanto andar montanha acima, olhos verdes que devoram. ‘Boa tarde, portuguesa?’, diz com sotaque sexy, estendendo a mão grande e calejada.

Conversamos no balcão, cerveja gelada na mão. Ele conta das trilhas, eu falo da minha vida livre em Lisboa, longe do mar mas perto do tesão. Ninguém nos conhece aqui, liberdade total. Os olhares se cruzam, ele roça meu braço ao apontar o mapa. Sinto a cona pulsar, úmida já. ‘Queres vir ao spot de banho antes do jantar? Água cristalina, ninguém por perto’, convida. Hesito um segundo, sorrio: ‘Só se for sem frescura’. Ele ri baixo, ‘Combinado’. Saímos, o sol poente pinta as colinas de laranja, barulho distante de riacho. Caminhada curta, corpos suados roçando, tensão no ar grosso como a noite que vem.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Chegamos à vasque, pedras lisas, cascatas suaves, vapor frio da água. ‘Esqueci o biquíni no refúgio’, minto rindo. ‘Então nua, como eu’, ele tira a t-shirt, calções, pica meia-mole balançando, grossa, veias marcadas. Eu desabotoo a saia, sutiã voa, peitos livres saltam, mamilos duros pelo ar fresco. Culote cai, minha tosa preta molhada de excitação. Ele me olha faminto: ‘Caralho, que corpo, Inês’. Mergulhamos, água gela os ossos mas aquece o sangue. Saímos, deitamos na rocha quente, sol filtrado pelas árvores. ‘Passa protetor nas minhas costas?’, peço. Mãos dele deslizam, óleo escorregadio na pele salgada de suor, descem à bunda, dedos abrem as nádegas, roçam a roseta. Gemo: ‘Assim… mais’. Viro, pego sua pica dura como pedra, bombo, saco peludo. ‘Quero-te agora, fode-me forte, que amanhã eu parto’.

O Sexo Selvagem na Vasque e a Volta à Estrada

Ele me vira de bruços na rocha, língua lambe minha cona por trás, chupa o cu, dedos enfiados na buceta pingando. ‘Estás encharcada, puta portuguesa’. ‘Sim, come-me, caralho!’. Pica na entrada, empurra devagar, estica-me toda, bolas batem no clitóris. ‘Oh foda-se, que grossa! Mais fundo!’. Ele soca ritmado, forte, suor pinga nas minhas costas, gosto salgado na boca quando lambo o braço. Viro de frente, pernas nos ombros dele, vejo a pica entrar e sair, brilhante de sumo, cona vermelha aberta. ‘Goza dentro, ninguém sabe!’. Dedos no clitóris, ele urra: ‘Vou encher-te a cona!’. Explosão quente, leitinho escorrendo, meu orgasmo sacode tudo, grito abafado pelo barulho da cascata. Limpamos na água, beijos moles, ‘Foi do caralho, Inês’.

Volto ao hotel sozinha, quarto com lençóis ásperos de hotel barato, clim zumbindo, cheiro de sexo na pele. De manhã, mala na mão, trem para o aeroporto, corpo dolorido mas vivo. Olho pela janela as montanhas sumindo, cona ainda latejante, leitinho seco nas coxas. Anonimato puro, ele fica lá, eu sigo livre. Melhor escala da vida, tesão eterno na memória.

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