Eu sou a Inês, 28 anos, portuguesa de Lisboa, corpo curvilíneo que volta malucos. Enfermeira no hospital, mas adoro viagens de negócios. Desta vez, voo para Madrid cancelado. Escale forçada num hotel perto do aeroporto de Faro. Calor húmido da noite algarvia, ar condicionado gelado no lobby, som distante dos motores. Ninguém me conhece aqui. Liberdade total, coração acelerado com o desconhecido.
No bar do lobby, dois gajos fixes: o André, loiro atlético, e o Vasco, moreno musculado, sorriso safado. Fazem sinal, oferecem gim tónico. Conversa solta, pernas roçando debaixo da mesa. ‘Estás sozinha?’, pergunta o André, mão na minha coxa. Eu rio, abro um pouco as pernas. ‘Por agora, sim. Mas isso pode mudar.’ O Vasco inclina-se, cheiro a suor fresco. ‘Quarto 305. Vem ter connosco.’ Olhos nos meus, pila já dura visível nas calças. Subo as escadas, saia curta subindo, cu latejando de excitação.
O Encontro Fortuito no Lobby do Hotel
Entro no quarto, luz fraca, lençóis brancos de hotel ásperos. André tranca a porta, beija-me o pescoço, mãos nos meus peitos fartos. Vasco atrás, baixa a minha saia, dedos na cona molhada. ‘Estás encharcada, puta.’, murmura. Eu gemo, viro-me, ajoelho. Desabotoo as calças deles. Pilas grossas, venosas. Chupo o André primeiro, língua na glande salgada, bolas no queixo. Vasco fode-me a boca por trás, mão no cabelo. ‘Engole tudo, Inês.’ Tiro a blusa, soutien solto, mamilos duros.
André deita-se na cama, eu monto, cona escorrendo na pila dele. ‘Fode-me forte!’, grito. Ele empurra, bolas batendo no cu. Vasco masturba-se à frente, goza na minha cara, porra quente nos olhos, cabelo. Lambo o resto, sabor amargo. Agora o cu. De quatro, cambo as costas, rabo alto. ‘Enche-me o cu, Vasco!’ Ele cospe na rosca, língua primeiro, rimming molhado. Pila entra devagar, queima delicioso, dilatando tudo. André mete dedos na cona, quatro de uma vez. Gozo tremendo, ‘Caralho, sim! Mais fundo!’
O Êxtase Anal e Oral na Quarto Sufocante
Porta bate. Entra o Paulo, negro alto, amigo deles, pila monstruosa. ‘Presente para ti, gazela.’ Eu sorrio, safada. ‘Vem auscultar-me.’ Chupo os três, boca cheia, baba escorrendo. Mudamos posições: André na cona, Paulo no cu, Vasco na boca. Cu arrombado, cona esguichando, porra por todo lado. ‘Bebo tudo!’, peço. De joelhos, eles gozam na boca aberta, óculos tortos, engulo voraz, lambo pilas moles. Cheiro a sexo, suor salgado na pele, clim chiando.
Acordo sozinha, cu latejando, porra seca nos lençóis. Eles sumiram, anonimato perfeito. Visto-me, saio para o aeroporto, avião espera. Na boleia, sinto o cu pulsar, cona inchada, sorriso nos lábios. Ninguém sabe, mas eu vivi o paraíso. Volto a Lisboa mudada, viciada nestas escalas quentes. Da próxima, chamo-os de novo.