Estava a caminho do Algarve para umas férias ao sol, sozinha na minha carrinha, com o ar condicionado no máximo mas o calor moite da tarde a colar-me à pele. Vista um short largo, sem cuecas por baixo – só para o gosto de sentir o ar fresco roçar a cona despida. Top folgado, sem sutiã, os mamilos já duros com a vibração do motor. A autoestrada estava vazia, perfeita para me soltar. Ninguém me conhece aqui, longe de casa, livre para ser a puta que adoro ser em segredo.
Passei por camiões devagar, abri as pernas no banco do passageiro, inclinada para eles verem tudo pela janela. Um piscou faróis, o outro buzinou. Ri-me sozinha, a cona a latejar de excitação. Primeira área de serviço: parei, saí com o short meio levantado, a brisa quente a acariciar o cu. Dirigi-me às casas de banho, ondulando as ancas, sentindo olhares invisíveis. Ouvia motores ao longe, cheiro a gasóleo e mar. Voltei, tirei o top devagar, deixando as tetas saltarem livres, só para mim – ou para quem espreitasse.
A Viagem Solitária e o Encontro Provocante
Segunda paragem, uns quilómetros depois. O parque quase deserto, só um carro com um tipo sozinho e o cão dele. Um homem na casa dos 50, barba grisalha, olhos famintos. Parei perto, saí devagar, pernas abertas ao descer, a cona exposta no flash do sol poente. Ele olhou, disfarçando, mas o cão veio logo cheirar-me entre as coxas. ‘Ei, Tico! Vem cá!’, gritou ele, mas veio ter comigo, a focinhar a minha humidade.
‘Não faz mal, ele só está curioso’, disse eu, agachando-me para o acariciar. Abri as pernas mais, a cona aberta para ele ver tudo – tetas pendentes, mamilos erguidos. Ele aproximou-se, a dois metros, olhos fixos no meu buraco molhado. ‘Desculpa, ele é maroto’, murmurou, voz rouca. Sorri, ‘Gosto de cães curiosos… e donos também’. Mudei de posição, mostrei o cu, as coxas brancas a tremer. O ar cheirava a excitação dele, o cão a lamber o chão onde pingava o meu gozo.
O Sexo Selvagem Contra a Carro e o Adeus Ardente
Não aguentei. Levantei-me, aproximei-me, mão na braguilha dele. ‘Queres ver de perto?’, sussurrei. Ele assentiu, caralho duro a pulsar. Fui para trás da carrinha, encostada à carroceria quente, tirei o short todo. Ele veio, cão à rédea solta. ‘Fode-me agora, antes que eu parta’, disse eu, abrindo as pernas. Ele baixou as calças, o caralho grosso, veias inchadas, cabeça vermelha. Mama-se primeiro: joelhos no chão áspero, boca cheia, salgado de suor, engoli até à garganta, baba a escorrer. ‘Caralho, que puta gulosa’, gemeu ele, mãos no meu cabelo.
Levantou-me, virou-me de costas, cuspiu na cona e enfiou de uma vez. ‘Ahhh, fode forte!’, gritei, o metal quente da carro a queimar as tetas esmagadas. Ele bombava como um animal, pausadas curtas e violentas, bolas a bater no cu. Senti o cheiro do selo na pele dele, o suor a pingar nas minhas costas, o barulho dos motores distantes como banda sonora. ‘A tua cona é tão apertada, vou gozar!’, rosnou. ‘Enche-me, desconhecido, ninguém sabe!’, respondi, unhas cravadas no metal. Gozei primeiro, cona a contrair, sumos a escorrer pelas coxas, pernas a tremer. Ele explodiu dentro, jatos quentes a encher-me, escorrendo.
Ficámos ofegantes, ele limpou-se, eu vesti o short com o gozo a colar as coxas. ‘Boa viagem’, disse ele, olhos ainda vidrados. Acenei, entrei na carrinha, motor a roncar. Enquanto acelerava na escuridão, sentia o cu latejar, o cheiro de sexo no ar condicionado, o prazer ainda vivo na pele. Ninguém saberá, só eu e esta memória torride. Próxima paragem? Quem sabe quem encontro.