Estava de volta de uma viagem de negócios em Estocolmo. O voo atrasou, escale forçada em Paris, no Charles de Gaulle. Cheguei ao hotel perto do aeroporto por volta das dez da noite, exausta mas com aquela adrenalina da liberdade. Longe de Lisboa, de marido, de tudo. Ninguém me conhece aqui. O ar condicionado do lobby batia frio, misturado ao cheiro de café e perfume caro.
Vi-as logo: duas loiras, altas como modelos escandinavas, uns 25 anos. Vestidos leves, amarelo-esverdeados, que marcavam curvas suaves. Riam alto no bar, copos na mão. Senti um arrepio. Por que não? Abordei, coração acelerado. ‘Olá, falam inglês? Ou francês?’ Elas sorriram, acento sueco macio. ‘Francês, sim. Bebida?’ Johanna e Ingrid, de férias, voo cedo amanhã.
A Escala Imprevista e o Encontro no Lobby
Sentámo-nos. Falámos de viagens, de calor em Portugal versus frio de Estocolmo. Olhares demorados. Toquei o braço de Ingrid, ‘Peça de pele macia’. Ela não recuou. Johanna piscou, ‘Gostas de meninas?’ Ri, ‘Adoro surpresas em escalas’. A tensão subia, como eletricidade. O bar esvaziava. ‘Meu quarto é ali em cima. Última bebida lá?’ Elas trocaram olhar cúmplice. ‘Vamos.’
No elevador, mãos já exploravam. Beijo com Johanna primeiro, língua quente, gosto a gin. Ingrid atrás, peito contra minhas costas. Quarto escuro, só luz da rua e ronco distante de aviões. Ar condicionado zumbia, suor já na nuca apesar do frio. Despe-mo-nos rápido. ‘Que calor húmido esta noite’, disse Ingrid, pele salgada ao lambê-la.
Caí na cama, lençóis ásperos de hotel. Johanna abriu minhas pernas, ‘Que cona bonita, molhada já’. Dedos dela entraram devagar, dois de uma vez, girando. Gemi alto, ‘Fode-me mais forte’. Ingrid montou minha cara, cona raspada pingando no meu queixo. Lambi voraz, clitóris inchado, salgado e doce. Ela rebolava, ‘Sim, língua funda, caralho’. Mamas de Johanna na minha mão, mamilos duros como pedras.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Troquei. Ingrid de quatro, bunda empinada. Meti dois dedos na cona dela, polegar no cu apertado. ‘Gostas? Fode meu cu também’. Johanna chupava meu clitóris, sugando forte, dentes roçando. Gozei primeiro, corpo tremendo, jatos quentes na boca dela. ‘Bebe tudo, puta sueca’. Elas riam, ofegantes. Agora trio: eu no meio, uma cona em cada mão, dedos fodendo ritmados. Línguas em todos os buracos. ‘Vou gozar’, gritou Ingrid, esguichando no meu braço. Johanna veio em seguida, cona contra a minha, tribbing selvagem, peles coladas, suadas.
Última rodada: strap-on improvisado com cinto e garrafa de champanhe? Não, só corpos. Fingi pau com dedos e língua. Fodi Ingrid por trás enquanto lambia Johanna. Gritos ecoavam, misturados ao zumbido da clim. Orgasmo final coletivo, corpos embolados, suor, cheiro de sexo forte como mar.
Acordámos às cinco. Beijos rápidos, ‘Segredo nosso’. Elas saíram, malas às costas. Eu no chuveiro, água quente lavando o sal da pele delas. No avião horas depois, pernas ainda tremiam. Memória fresca: conas suecas, urgência do adeus. Anonymato perfeito. Volto a Lisboa com sorriso secreto, prazer pulsando. Quem sabe a próxima escale?