Estava em escala em Bangkok, voltando de um negócio em Singapura. Voou atrasado, escale de 8 horas. Calor úmido lá fora, ar condicionado gelado no lobby do hotel do aeroporto. Suor secando na pele, gosto de sal nos lábios. Sentei no bar, pedi um gin tônica. Ele apareceu do nada. Alto, malaio acho, tatuagem de dragão saindo da camisa. Olhos escuros, sorriso safado. ‘Tudo bem? Parece cansada’, disse ele, com sotaque grosso. Meu corpo reagiu na hora. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. Flertamos. Bebidas fortes, risadas. Mão dele roçando minha coxa. ‘Quarto livre?’, perguntei direta. Ele assentiu, olhos brilhando. Subimos. Elevador cheirava a perfume barato e excitação.
Porta fechou, clim zumbia baixo. Ele me puxou, beijou forte. Língua invasora, gosto de cerveja e menta. Tirei a blusa, sutiã voou. Seios livres, mamilos duros com o frio. Ele gemeu, mãos grossas apertando. ‘Quero te foder agora’, murmurou. Eu ri, nervosa e molhada. ‘Ducha primeiro, suor do dia’. Ele se despiu. Corpo musculoso, dragão inteiro nas costas, cauda enrolando na virilha. Fiquei hipnotizada. Entrei no chuveiro com ele. Água quente batendo, vapor subindo. Sabão escorregadio nas mãos dele, descendo pro meu cu. Dedo roçando o ânus, eu tremi. ‘Gosta?’, perguntou. ‘Fode meu cu depois’, respondi, voz rouca. Saímos, toalhas no chão. Ele me virou pro espelho, dragão na minha cara. Beijei as escamas tatuadas, pele salgada.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce
Joguei ele na cama, lençóis ásperos de hotel. Montei no peito dele, buceta roçando pau duro. ‘Chupa minha buceta’, ordenei. Boca quente, língua no clitóris. Molhada pra caralho, gemendo alto. Dedos dele entrando, dois de uma vez. Gozei rápido, sucos na cara dele. Troca: peguei a rola grossa, veias pulsando. Chupei fundo, garganta apertando o saco. ‘Engole tudo’, ele grunhiu. Dedo no cu dele, ele se contorceu. ‘Agora me fode o cu’, pedi, de quatro. Lubrificante do kit hotel, frio na pele quente. Cabeça do pau pressionando, doeu gostoso. Empurrei pra trás, engoli tudo. ‘Caralho, que apertado!’, ele xingou. Bombeava forte, barulho de pele batendo. Noite moite, motores de avião ao longe. Suor pingando, eu me esfregava no clitóris. ‘Não toca a buceta, só cu!’, mandei. Ele obedeceu, mãos nas minhas tetas. Contrações no cu, gozei gritando, ele encheu meu rabo de porra quente. Ficamos ofegantes, cheiro de sexo no ar.
De manhã, beijo rápido. ‘Segredo nosso’, disse ele. Peguei o voo, corpo dolorido, cu latejando. Assento duro no avião, sorriso no rosto. Lembrei o dragão, o pau rasgando, liberdade do anonimato. Ainda sinto o gosto dele na boca, tesão pulsando. Melhor escala da vida.