Eu sou a Inês, portuguesa de 27 anos, corpo curvilíneo, cabelo castanho ondulado até os ombros, pele morena que brilha ao sol. Adoro viajar, mas detesto escalas. Desta vez, voltava de férias nas Canarias, voo para Lisboa com escala em Madrid. O avião atrasou horas, 6h livres. Check-in no hotel do aeroporto, quarto fresco com ar condicionado zumbindo, cheiro de limpeza química. Desço pro lobby, bar iluminado baixo, música suave, calor moite lá fora misturado ao frio artificial.
Sento no balcão, peço um gin tónico gelado. Ele aparece: alto, uns 35 anos, espanhol, barba por fazer, camisa branca aberta no peito, olhos escuros que devoram. ‘Boa noite, portuguesa?’, diz com sotaque sexy, sentando ao lado. Conversamos. Ele, viaja a negócios, voo amanhã cedo. ‘Aqui ninguém nos conhece’, murmura, mão roçando minha coxa por ‘acidente’. Sinto o calor subir, coração acelera. O gosto salgado do suor no copo, o barulho distante dos aviões. Rio, nervosas, ‘E se subíssemos? Meu voo é cedo, mas foda-se’. Ele sorri predador, ‘Vamos’. Mão na minha nuca, beijo urgente no elevador, língua invadindo, cheiro de colónia misturado ao álcool.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
No quarto, porta bate, luz fraca. Rasgo a camisa dele, peito peludo, músculos tensos. Ele me empurra na cama, lençóis ásperos de hotel. ‘Quero te comer toda’, rosna, mãos arrancando meu vestido. Fico de lingerie preta, cona já molhada pulsando. Ele lambe meu pescoço, desce pros seios, morde mamilos duros. ‘Deliciosa’, geme. Eu agarro o pau dele por cima da calça, duro como pedra, grosso. ‘Tira isso, fode-me já’. Ele obedece, caralho latejante, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando pré-gozo. Chupo voraz, boca cheia, saliva escorrendo, ele geme ‘Caralho, que boca gulosa’. Engasgo de propósito, olho pra ele, puta no olhar.
De quatro no chão, tapete fofo sob joelhos. Ele enfia dois dedos na cona, ‘Tão encharcada, vadia de viagem’. Bombo, sujo, adoro. ‘Fode-me forte, antes do avião’. Ele entra de supetão, caralho rasgando, bolas batendo na bunda. Ritmo animal, cama range, suor pinga, pele gruda. ‘Mais fundo, rasga-me!’, grito. Ele puxa cabelo, tapa bunda vermelha. Viro, monto nele, cona engolindo tudo, clitóris roçando pubis dele. Cavalgo louca, seios balançando, ele mama, morde. ‘Goza na minha cona’, ordeno. Ele urra, jatos quentes inundam, eu contraio, orgasmo explode, pernas tremem, squirt molha lençóis.
A Foda Intensa na Quarto com Urgência de Partida
Ofegantes, colados, cheiro de sexo pesado, ar condicionado não aguenta. Ele lambe minha cona gozada, limpa com língua gulosa. ‘Mais uma?’, pede. Negócio rápido no chuveiro, água quente, sabão escorregadio, ele me encosta na parede, fode de pé, pernas ao redor da cintura. Gozamos juntos de novo, gemidos ecoam azulejos.
Alarme toca, 3h da manhã. Visto apressada, beijo salgado de suor e porra. ‘Até nunca, desconhecido’, piscamos. No check-in, pernas moles, cona dolorida latejando prazer, memória fresca: gosto dele na boca, cheiro na pele. Avião decola, ruído motores abafa batidas cardíacas. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto ele dentro, sorrio sozinha. Próxima escala? Quem sabe.