Estava em viagem de negócios, uma escala imprevista no Porto depois de um voo atrasado. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, exausta mas com aquela liberdade de estar longe de tudo. Ninguém me conhece aqui. O lobby estava fresco com a ar condicionado a zumbir, misturado ao ronco distante dos aviões. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia curta a subir um pouco, decote solto. Ele apareceu: um tipo magro, uns 50 anos, estrangeiro, talvez francês, olhos famintos. ‘Boa noite’, disse com sotaque. Sorri, brinquei com o copo. A conversa fluiu – viagens, solidão. Senti o calor subir, a humidade noturna lá fora colando na pele.
‘Queres ver algo excitante?’, perguntei, voz baixa. Ele hesitou, mas os olhos brilhavam. Saímos, rua velha, cheiro a mar e asfalto quente. ‘Há um sex-shop ali atrás do teatro’, disse eu, guiando-o. Ele riu, nervoso. Entrei primeiro, luzes fracas, revistas pornô empilhadas, cheiro a borracha e lubrificante. O vendedor, seco e indiferente, mal olhou. Percorri os expositores, cu explodindo de tesão. Parei nas bolas de geisha – cinco esferas de marfim, cordão de seda preta. ‘Isto… para o cu’, sussurrei. Ele corou, mas pegou num vibrador grosso. ‘Vamos experimentar?’, disse ele, voz rouca. Comprei as bolas, ele o double dong rosa em U. Saímos, pacotes na mão, coração a bater forte. A urgência do meu voo amanhã tornava tudo perfeito – só esta noite.
A Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce
No motel ali perto, paguei rápido. Quarto abafado, lençóis ásperos de hotel, ar condicionado a chiar. Ele trancou a porta. Tirei a blusa, seios livres, mamilos duros pelo frio. ‘Vem, fode-me como se fosse a última vez’, disse. Ele atirou-me para a cama, boca no meu pescoço, gosto a sal da minha pele suada. Desci a saia, sem cuecas, cona já molhada. Peguei nas bolas de geisha, vaselina fria nos dedos. ‘No cu, devagar’. Deitei de lado, pernas dobradas, mostrei-lhe o buraco rosado, rodeado de pelinhos. Ele untou as bolas, pressionou a primeira. ‘Aiii…’, gemido meu, o anel a abrir, engolindo a esfera. Sensação plena, cheia. Introduziu as cinco, cordão a pendurar. Tirei e pus, puxa e solta, cada vez mais forte. ‘Hoouf… ai caralho!’, gritava, corpo a tremer, pele de galinha nas coxas. O cu latejava, bolas a chocar lá dentro.
O Sexo Cru e Intenso na Quarto do Motel
Ele não aguentou. Virou-me de quatro, meteu o double dong – uma ponta na cona, grossa e oval, outra fina no cu ao lado das bolas. ‘Fode, fode forte!’, mandei. O pau dele, duro como pedra, entrou na boca primeiro, provei o pré-gozo salgado. Depois, na cona, sentindo as bolas a roçar pela parede fina. Cada estocada fazia-as dançar, explosões de prazer. ‘Estás tão molhada, puta…’, grunhiu ele. Gozei primeiro, corpo a arquear, ‘Ahhh fodo-me!’. Ele acelerou, bolas e dong a massajar tudo, suor moído a escorrer pelas costas. Tirei as bolas de repente – plop plop plop –, cu vazio e latejante, grito ecoou no quarto. Ele gozou dentro, jatos quentes a encher-me, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, cheiro a sexo e vaselina no ar.
De manhã, vesti-me devagar, cu ainda sensível, prazer a pulsar. Ele beijou-me, ‘Inesquecível’. Saí sozinha, táxi para o aeroporto, aviões a rugir. Na fila de embarque, sorri sozinha – anónimo, livre. Ainda sinto o cu cheio, o gosto dele na boca, a urgência daquela noite. Ninguém saberá. Volto à rotina, mas levo este segredo quente.