Estava em viagem de negócios para Lisboa, mas o voo atrasou por horas. Escale forçada em Faro, sol escaldante lá fora. Apanhei um táxi para o hotel perto do aeroporto. No lobby, ar condicionado gelado a arrepiar a pele, cheiro a café e maresia. Eu, saia curta, top decotado, pernas bronzeadas das praias do verão passado. Sentei-me no bar, copo de vinho branco na mão, suor salgado no decote.
Olhos cruzam-se com ele. Homem na casa dos 50, barba grisalha, camisa aberta no peito peludo. Estrangeiro, talvez espanhol, mala de viagem ao lado. Sorri, convida para uma bebida. ‘Estás sozinha?’, pergunta, voz grave, sotaque rouco. Eu rio, ‘Por agora, sim. Mas a noite é jovem’. Conversa flui: viagens, solidão em escalas. Sinto o calor subir, coxas a roçarem. Proponho o jogo: ‘Queres aventura? Eu ponho uma máscara, não vejo nada. Tu mandas’. Ele aceita, olhos a brilhar. Subimos ao quarto dele, urgência no ar, motores de aviões ao fundo.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce
Porta bate, ele tira-me o casaco. ‘De joelhos’, ordena. Eu obedeço, saia de couro a subir, ar fresco nos seios. Ele senta-se na poltrona, eu tateio o zipper. Caralho duro, grosso, veias pulsantes. ‘Chupa, puta’. Lamba o topo salgado de pré-gozo, engulo até à garganta. Ele geme, mãos nos meus cabelos. ‘Boa boquinha, como nas fotos que o teu homem me mandou?’. Paro um segundo – fotos? Não importa, anonimato total aqui.
Levanta-me, arranca o top e sutiã. Mamas livres, tetas pesadas a balançar, arrepios com o AC. Ele amassa, puxa mamilos duros. ‘Que ubres deliciosas’. Baixo a saia e cueca, nua só com saltos e máscara. Ele guia-me para a poltrona, astride nas coxas dele. Mão na cona molhada, dedos a abrir lábios, ‘Estás ensopada, caralho’. Esfrega o clítoris, eu gemo, cheiro a sexo no quarto húmido.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Ele vira-me, levrette no fauteuil. Pau entra seco, fundo, sem aviso. ‘Fodo-te como uma cadela’. Pancadas fortes, couro das calças contra nádegas, claques vermelhas. Grito, prazer cru, lençóis hotel frios na pele suada. Alterna rápido e lento, sinto-o inchar. ‘Não gozes ainda, salope’. Puxa fora, deita-me no chão, parquet frio. Missionário brutal, peso dele esmagando, caralho a labourar a cona. Pernas nos ombros, penetração profunda, orgasmo explode, corpo a tremer.
Ele ri, ‘Puta desobediente’. De joelhos outra vez, mama até ele gozar na boca, sêmen quente, salgado, engulo tudo. ‘Veste-te, o teu voo chama’. Ele veste-me, beijo rápido. Saio, pernas bambas, cona latejante, gosto dele na língua.
No táxi para o aeroporto, avião ruge ao longe, noite moite. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sinto ainda o cheiro dele nos lençóis imaginados, o sal na pele, urgência do adeus. Volto à rotina, mas esta escale fica gravada: liberdade total, foda selvagem sem amanhã. Sorrio, mão na coxa, pronta para mais viagens.