Escala Torride numa Oasis Tunisina: Minha Foda Inesquecível com um Mercador

Estava de férias no sul da Tunísia, sol a queimar a pele, daqueles lugares perdidos onde o ar é quente e pegajoso, tipo uma manta úmida. Voo de Lisboa para Djerba, mas decidi alugar um carro e ir até um oásis perto de um vilarejo minúsculo, daqueles com palmeiras tortas e poeira branca por todo lado. Ninguém me conhece aqui, longe de Portugal, livre pra fazer o que me apetecer. Eu adoro isso, a excitação do desconhecido, seduzir um estranho num lobby de hotel ou num mercado lotado.

Cheguei ao mercado ao fim da tarde, o sol poente tingindo tudo de laranja. O lugar fervia: cheiro de tâmaras maduras, pimentas secas, frios velhos empilhados. Eu, de saia curta e top solto, pele branca contrastando com os tons morenos. Foi aí que o vi. Um mercador, uns 30 anos, alto, barba rala, olhos pretos que perfuravam. Vendia tecidos e bugigangas, braços fortes a mexer nos montes. Os nossos olhares cruzaram. Ele sorriu, tipo safado, e eu senti um formigueiro na barriga. ‘Quer ver isto?’, disse ele em francês misturado, voz grave, aproximando-se. Eu hesitei, mas respondi: ‘Mostra-me o que tens de bom.’ Conversámos, ele chamava-se Ali, de um lugar ali perto. Falava de viagens, de mulheres livres como eu. A tensão subia, o calor moía, suor escorrendo pelo decote. ‘Vem ao meu hotel esta noite? É perto, ar condicionado gelado, ninguém perturba’, murmurou, mão roçando a minha. Meu coração acelerou. Porquê não? Amanhã voo cedo, urgência boa.

A Chegada ao Vilarejo e o Olhar que Acendeu Tudo

No lobby do hotelzinho poeirento, luzes fracas, som distante de motores de aviões em Djerba. Subimos ao quarto dele, porta bateu. A clim zumbia, ar frio arrepiando a pele quente. Ele me puxou, beijos famintos, língua salgada de suor. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Tirei a roupa devagar, ele devorava com os olhos os meus peitos firmes, a cona já molhada. Ele despiu-se, caralho grosso, veias pulsantes, cabeça inchada. Caí de joelhos, chupei gulosa, gosto salgado e quente na boca, ele gemia ‘Assim, puta boa’. Deitei na cama, lençóis ásperos de hotel, ele abriu as minhas pernas, língua na cona, chupando o clitóris até eu tremer. ‘Fode-me forte’, pedi, voz rouca. Ele enfiou tudo, cona esticada, dor prazerosa. Bombava duro, bolas batendo no cu, suor pingando. Virei de quatro, ele meteu mais fundo, mão no cabelo puxando, ‘Gostas da minha pica tunisina?’. Gozei gritando, cona apertando, esguichando no lençol. Ele virou-me, fodeu missionário, peitos balançando, unhas cravadas nas costas dele. ‘Enche-me de porra’, implorei. Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo-me, corpo convulsionando.

De manhã, no chuveiro rápido, água fria lavando o sêmen que escorria pelas coxas. Ele beijou-me: ‘Volta um dia’. Eu sorri, vesti-me, peguei a mala. No carro, rumo ao aeroporto, o sol nascente queimava, corpo ainda latejando, cona dolorida e satisfeita. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Lembro o gosto do sal na pele dele, o zumbido da clim, os gemidos na noite moída. Foi só uma escale, mas que fogo. Ainda sinto o prazer pulsar.

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