Minha Escale Íntima em Faro: Seduzi um Rapaz Timido no Hotel

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou e tive uma escale imprevista em Faro. Cheguei ao hotel à noite, exausta, o ar quente e húmido do Algarve a colar na pele. O lobby tinha aquela clim gelada que arrepiava os braços, contrastando com o sal do mar que ainda sentia na boca de um mergulho rápido na praia.

Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, e reparei nele. Um rapaz novo, uns 20 anos, moreno, olhos tímidos, sozinho com uma mala. Parecia perdido, estrangeiro talvez francês. Sorri, ele corou. ‘Boa noite’, disse eu em português lento. ‘Primeira vez aqui?’ Ele gaguejou: ‘Sim… escale também. Ehh, chamo-me Laurent.’ Rimos da coincidência. Falei da praia ali perto, naturista, misturada. ‘Gostas de liberdade? Ninguém te conhece aqui.’ Ele baixou os olhos, mas vi o bulge na cueca debaixo dos calções.

A Escale Inesperada e o Flirt no Lobby

Subimos juntos no elevador, o cheiro dele a suor fresco misturado com o meu perfume. Na minha porta, hesitei: ‘Queres entrar? A noite é curta, voo cedo.’ Ele entrou, nervoso. A quarto tinha lençóis frescos de hotel, o ronco distante dos aviões. ‘Tira a roupa, faz calor’, disse eu, despindo o vestido. Fiquei de lingerie, os meus seios pesados a transbordar. Ele tremia, mas obedeceu, revelando um pau meia-bomba, peludo. ‘Rasas-te? Faz mais limpo para foder.’ Ele riu nervoso: ‘Não ouso… medo de cortar.’ Peguei no gel de barbear do quarto. ‘Deixa, eu faço. Confia.’

Ele ficou nu, pau meia-mole. Espalhei espuma no púbis dele, devagar, sentindo os pelos úmidos. O rasoir deslizou suave, a pele lisa aparecendo. Ele gemeu baixinho quando toquei as bolas. ‘Calma, vais gostar.’ Raspei tudo, bolas incluídas, delicada mas firme. O pau dele endureceu na minha mão. ‘Olha que bonito, todo rapado.’ Ele corou: ‘Nunca uma mulher me tocou assim.’ Larguei o rasoir, peguei na picha dura, decalotei o caralho inchado. ‘Gostas? Vou-te mamar agora.’ ajoelhei-me, chupei o gland salgado de suor, engoli até à garganta. Ele gemia: ‘Oh putinha… que delícia!’

O Sexo Selvagem na Quarto com Pressa de Partir

Deitei-me na cama, pernas abertas, a cona molhada a brilhar na luz fraca. ‘Vem foder-me, urgente, antes de ires.’ Ele trepou em cima, o caralho liso escorregou na minha entrada húmida. ‘Enfia todo!’ Empurrou forte, preenchendo-me, as bolas batendo no cu. Fodia ritmado, os seios a balançar, suados. ‘Mais forte, caralho, rasga-me a cona!’ Ele acelerou, grunhindo, o cheiro de sexo a encher o quarto, a clim zumbindo. Virei de quatro, ele meteu por trás, palmas nas nádegas, dedão no cu. ‘Vou gozar!’, gritou. ‘Dentro, enche-me de porra!’ Jatos quentes na cona, escorrendo pelas coxas. Eu gozei atrás, tremendo, unhas nas costas dele.

Depois, debaixo do chuveiro rápido, saboreei o sal da pele dele misturado com porra. ‘Segredo nosso, ninguém sabe.’ Ele beijou-me, atónito. Saí cedo, no táxi para o aeroporto, o sol a nascer, a cona ainda latejante, molhada de memória. O anonimato do trânsito, a liberdade de passageira. Sorri sozinha: que escale fodidamente perfeita. Ainda sinto o gosto dele na boca.

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