Estava em viagem de negócios de Lisboa para o Brasil, mas um atraso no voo me deixou presa em Madrid por uma noite. Escale imprevista, hotelzinho perto do aeroporto. O lobby era daqueles frios, com ar condicionado gelado demais, cheiro de café forte e o ronco distante dos aviões. Sentei-me no bar, suada da viagem, a saia colando na pele pela umidade do dia.
Ele apareceu do nada. Alto, olhos escuros, sotaque espanhol sexy. ‘Posso sentar?’, perguntou, com um sorriso que já me arrepiou. Estrangeiro como eu, em trânsito. Começamos a falar de tudo: voos perdidos, noites solitárias. O copo de gin tônica suava na minha mão, o gelo derretendo devagar. Senti o olhar dele descer pro meu decote, a blusa fina marcando os mamilos já duros pelo frio. ‘Estás sozinha aqui?’, murmurou, a perna roçando a minha de leve. Meu coração acelerou. Ninguém nos conhecia, só estranhos de passagem. A liberdade me invadiu, aquela urgência de quem parte amanhã.
A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente
‘Queres subir pro meu quarto? Só pra conversarmos melhor’, eu disse, voz rouca, mordendo o lábio. Ele hesitou um segundo, depois: ‘Sim, caralho, vamos’. No elevador, o silêncio era elétrico. Suas mãos já na minha cintura, o cheiro dele misturado ao meu perfume. Entrei no quarto, luz fraca, cama com lençóis brancos e ásperos de hotel. A janela vibrava com os motores ao longe, noite úmida lá fora.
Ele me empurrou contra a porta, beijando com fome. Línguas se enroscando, gosto de sal na pele dele. Tirei a blusa rápido, sutiã voando pro chão. ‘Que tetas perfeitas’, grunhiu, chupando um mamilo com força, mordendo de leve. Gemi alto, o corpo todo formigando. Minhas mãos na calça dele, sentindo o caralho duro pulsar. ‘Tira isso’, ordenei, voz tremendo de tesão. Ele obedeceu, pau grosso saltando pra fora, veias marcadas, cabeça vermelha e molhada.
Caí de joelhos no tapete puído, peguei na boca sem cerimônia. Chupei devagar primeiro, lambendo do saco até a glande, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Ele gemia: ‘Porra, que boquete bom, continua’. Enfiei mais fundo, garganta apertando, baba escorrendo. Ele me puxou pro alto, rasgou minha saia e calcinha. Dedos na minha cona já encharcada, dois de uma vez, fodendo rápido. ‘Estás molhada pra caralho’, disse, polegar no clitóris, me fazendo tremer. Gozei na hora, pernas bambas, sucos escorrendo pela coxa, cheiro forte de sexo no ar.
O Sexo Cru e Urgente na Quarto
Joguei ele na cama, montei em cima. Esfreguei a cona no pau dele, molhando tudo. ‘Fode-me agora’, implorei. Ele meteu com força, preenchendo tudo, estocadas profundas. O ar condicionado gelado contrastava com o calor moite dos nossos corpos suados. Sacudi os quadris, mamilos roçando o peito dele, unhas cravadas nas costas. ‘Mais forte, fode esta puta de passagem’, gritei. Ele virou-me de quatro, batendo na bunda, pau entrando até o fundo, saco batendo na minha pele. Gozei de novo, cona apertando, gemendo como louca, o barulho dos aviões abafando tudo.
Ele acelerou, grunhindo: ‘Vou gozar dentro’. ‘Sim, enche-me!’, respondi. Jets quentes jorrando, misturando com meus sucos. Caímos exaustos, suor salgado no gosto dos beijos finais. Dormimos um pouco, colados nos lençóis amarrotados.
De manhã, trocamos só um olhar cúmplice no lobby. Ele pro seu voo, eu pro meu. No avião, o prazer ainda pulsava na cona dolorida, cheiro dele na pele. Anonimato perfeito, só uma memória torride de uma escale que nunca esqueço. Liberdade de quem passa e some.