A Minha Escala Quente numa Praia Naturista Francesa

Estava de férias no sul de França, uma escapadela rápida para apanhar sol antes de voltar a Lisboa. Cheguei ao hotelzinho à beira da praia, ar condicionado a zumbir, cheiro a sal e maresia no ar. No lobby, olhos num casal: ele, alto, moreno, sorriso maroto; ela, morena curvilínea, olhar provocador. Apresentámo-nos. ‘Sou Maria, de Portugal’, disse eu, sentindo já o formigueiro. Eram Alain e Aline, franceses em fim de férias. Convidaram-me para a praia nudista ali perto. ‘Porquê não?’, pensei. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.

Na praia, nuos os três. O sol queimava a pele, areia quente nos pés. Ela provocava, roçando-se ‘sem querer’. Ele filmava com a câmara dele. Dei-lhe uma lição de natação… estranha. Ela colada a mim na água, seios firmes contra o meu peito. ‘Assim, relaxa’, sussurrei, mão a deslizar pela sua cintura. Tensão no ar, pausinhas longas. À noite, convidei-os ao restaurante do hotel. ‘Última noite, vamos aproveitar’, disse.

O Encontro no Lobby do Hotel e a Tensão no Jantar

No estúdio deles, minúsculo, húmido da humidade noturna. Ela sai da casa de banho só de tanga de renda, tetas saltando. ‘Ops, esqueci-me!’, ri-se, virando-se para mim. Põe o sutiã aberto na frente, mamilos rosados a espreitar. Eu engoli em seco, o ar denso, clim gelado na pele suada. Ele ri: ‘Vai despachada assim?’. Ela troca por saia curtíssima, top decotado sem sutiã. No restaurante, quase vazio, serveuse alta, australiana, curvas de louca, shortinho roto. Vinho branco local desce rápido. Aline fala sem parar da praia, pernas abertas, o tipo da mesa ao lado babando.

Ela flerta com a serveuse, Alicia. ‘Podes levar-me à casa de banho?’, voz rouca. Sumiram 15 minutos. Volta corada, lábios inchados. ‘Precisei disto…’, lambe os beiços. Armagnac quente na garganta. Saímos para a praia, ar morno, ondas sussurrando. ‘Quero nadar uma última vez!’, grita ela, despindo tudo. Nua à lua, cona depilada brilhando. Eu tiro a roupa, ele também. Corremos para a água, risos bêbados, sal nos lábios.

Sexo Selvagem na Praia Sob a Lua

Ela salta-me ao pescoço: ‘Salvaste-me na água hoje… agora eu pago’. Beijo molhado, língua invasora. Sinto a pica dele dura contra mim. Ela guia a minha mão à cona dela, molhada, quente. ‘Fode-me, Maria, aqui mesmo’. Deito-a na areia húmida, cheiro a mar e suor. Chupo-lhe os mamilos duros, dedo na cona escorrendo. Ele mete a pica na boca dela, ela geme: ‘Sim, Alain, enfia tudo!’. Eu monto a cara dela, cona na boca, ela lambe voraz, língua no clitóris, eu tremo.

Troca: ele fode-a por trás, cu aberto, ‘Enche-me o cu, caralho!’. Eu abro as pernas, ele alterna, pica grossa a rasgar-me a cona, bolas batendo. ‘Mais fundo, fode esta portuguesa safada!’, grito, unhas nas costas dele. Ela chupa-me o cu, dedos na cona minha. Ritmo louco, areia nos joelhos, ondas lambendo os pés. Gozo primeiro, jatos quentes, corpo convulso. Ele explode no cu dela, ela grita, cona pulsando no meu dedo. Alain goza gemendo, porra escorrendo.

Caímos exaustos, risos ofegantes, pele pegajosa de suor, sal e sêmen. Amanhã eles partem, eu fico mais um dia. No avião de volta, vibro ainda. Anonimato puro, ninguém sabe. Lembro o gosto salgado na pele dela, o ronco das ondas, calor moite. Guardo na memória, mão na mala com a memória USB da câmara dele. Próxima escala, outra aventura.

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