Escala Inesperada em Paris: Meu Encontro Ardente com um Estranho

Estava voltando de um trabalho em Milão, modelo de lingerie, sabe? Voo atrasado no aeroporto de Paris, escale imprevista. Cheguei no hotel ali do lado, suada da viagem, o ar quente e úmido da noite de verão grudando na pele. O lobby estava quase vazio, só o bar iluminado, copos tilintando baixinho. Sentei no balcão, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco, pedi um gin tônica gelado. O gosto amargo desceu queimando, refrescando.

Ele apareceu do nada. Alto, loiro, olhos azuis penetrantes, tipo policial ou algo assim, camisa apertada nos músculos. Estrangeiro, talvez francês ou holandês. Sentou ao lado, cheiro de colônia misturado com suor fresco. ‘Boa noite’, disse com sotaque sexy. Eu sorri, pernas roçando na dele por acidente. Ou não. Conversa fiada: viagens, solidão dos aeroportos. O joelho dele encostou no meu, ficou. Meu coração acelerou, umidade crescendo entre as coxas. ‘Você é linda’, murmurou, mão na minha coxa. Ninguém nos conhecia aqui, liberdade total. ‘Quarto 312’, sussurrei, levantando. Ele veio atrás, passos urgentes.

A Tensão no Lobby do Hotel Aeroportuário

Na porta, ele me prensou contra a parede, boca faminta na minha, língua invadindo, gosto de cerveja e desejo. ‘Caralho, eu te quero agora’, grunhiu. Ar condicionado zumbia gelado, pele arrepiando. Rasguei a camisa dele, unhas cravando no peito largo. Ele ergueu minha saia, cueca de lado, dedos grossos abrindo minha boceta molhada. ‘Tão encharcada’, gemeu, chupando meu pescoço salgado. Joguei ele na cama, lençóis ásperos de hotel roçando as costas nuas. Desabotoei a calça, pau duro pulando, grosso, veias pulsando, pré-gozo brilhando na cabeça.

O Sexo Selvagem na Quarto com Ar Condicionado Gelado

Montei nele sem camisinha, urgência do voo amanhã. ‘Fode-me forte’, pedi, sentando devagar, boceta engolindo centímetro por centímetro, esticando delicioso. Gemido rouco escapou. Ele agarrou minhas tetas, apertando mamilos duros, ‘Porra, que delícia’. Balancei os quadris, clitóris roçando no púbis dele, sucos escorrendo pelas coxas. Motores de aviões rugindo ao longe, vibrando no quarto. Virei de quatro, ele metendo fundo, bolas batendo na minha bunda, palmadas ecoando. ‘Mais rápido, vai gozar dentro!’, urrei. Ele acelerou, pau inchando, gozando jatos quentes enchendo minha boceta, eu tremendo no orgasmo, unhas no colchão, suor pingando.

Ficamos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. Ele lambeu o sal da minha pele, beijos preguiçosos. Horas depois, amanheceu. Vestimos em silêncio, beijo de despedida no lobby. Nomes? Nem trocamos. Voltei pro aeroporto, boceta dolorida, esperma escorrendo na calcinha, sorriso bobo. Avião decolando, prazer latejando ainda, anonimato perfeito. Ninguém em Lisboa saberia. Que escale louca, hein? Quero mais.

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