A Minha Escale Quente com um Estrangeiro no Hotel do Aeroporto

O calor úmido de Faro bateu-me na cara assim que saí do avião. Escale imprevista, voo atrasado por causa de uma tempestade no norte. Óculos embaciados, tirei os sapatos no controlo, a jaqueta pesada, luvas fora. Pesadelo de inverno em Lisboa, agora isto. Hotelzinho perto do aeroporto, lobby fresco com ar condicionado a zumbir. Ruído distante dos motores, cheiro a café e maresia.

Sentei-me no bar, pernas doridas. Ele estava ali, estrangeiro alto, talvez francês, fato amarrotado, copo na mão. Olhares cruzados. Sorri, ele aproximou-se. ‘Primeira vez em Portugal?’, perguntou com sotaque sexy. Conversei, ri, o vinho tinto aqueceu-me por dentro. Contou do seu voo de negócios, atraso igual. Mãos roçaram no balcão. Eletricidade. ‘Quarto livre até amanhã cedo’, disse eu, voz baixa. Ele piscou, pagou as bebidas. Subimos no elevador, silêncio carregado, respiração pesada. Porta fechada, beijo urgente, línguas famintas.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Corpo dele contra o meu, mãos nas minhas tetas por cima da blusa fina. Desabotoou devagar, admirou a renda preta que usava, presente recente de um amante antigo. ‘Linda’, murmurou, beijando o pescoço. Eu tremia, excitação pura. Liberdade total, ninguém nos conhece aqui. Afastei-me um segundo, tirei a saia, culote transparente revelando a cona já molhada. Ele despiu-se rápido, caralho duro, grosso, veias saltadas. Sentei-me na cama, lençóis ásperos de hotel, ar condicionado gelado nos mamilos eretos.

Ele ajoelhou-se, cheirou-me ali, língua na renda. ‘Tira’, ordenei. Culote ao chão, boca nele, chupando devagar. Língua no clitóris, dedos abrindo a cona, um dentro, dois. Gemi alto, ‘Assim, fode-me com a boca’. Sal na pele dele, suor misturado. Levantei-me, empurrei-o para a cama. Montei, cona engolindo o caralho dele num só movimento. Quente, apertado, preenchido. Rebolava devagar, tetas balançando, ele apertava, torcia mamilos. ‘Mais forte’, pedia. Acelerei, ruído molhado, clapotar da cona fodida.

O Sexo Selvagem e Sem Filtros na Quarto

Virei de costas, rabinho empinado, ele atrás. Mão no cabelo, puxava suave. Caralho entrava fundo, batendo no cu. ‘Queres no cu?’, perguntou rouco. Hesitei, ‘Não hoje, fode a cona’. Dedos no clitóris enquanto pistoneava, rápido, selvagem. Gritei, orgasmo veio em ondas, corpo tremendo, cona apertando-o. Ele gemeu, ‘Vou gozar’, e encheu-me, esperma quente escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, cheiro a sexo no ar, aviões rugindo lá fora.

De manhã, chuveiro rápido, beijo no lobby. ‘Segredo nosso’, disse ele, sorriso cúmplice. Voltei ao avião, corpo dorido, cona sensível ainda. Lembrei cada toque, o gosto salgado na pele dele, o frio da quarto contra o calor dos corpos. Anonimato perfeito, prazer que fica. Volto a Faro um dia, quem sabe outro estranho.

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