Escale Quente em Clermont-Ferrand: Meu Encontro Selvagem com um Estranho

Estava em janeiro, voo de Lisboa para Paris, negócios chatos. De repente, nevão na Europa. Escale forçada em Clermont-Ferrand. Aeroporto caótico, frio cortante. Peguei táxi pro hotel mais próximo, um daqueles genéricos perto da pista. Cheiro de asfalto molhado, motores rugindo ao fundo.

No lobby, luzes amareladas, ar condicionado gelado. Sentei no bar, copo de vinho tinto pra aquecer. Ele apareceu. Alto, uns 1,90m, ombros largos, olhos escuros. Parecia um colosso saído de filme. Sozinho, fato amarrotado, provavelmente outro preso pelo tempo. Olhares cruzados. Sorri. Ele veio.

A Escale e o Encontro no Lobby do Hotel

“Olá, também apanhado pela neve?” A voz grave, sotaque francês forte. Acenei, pernas cruzadas, saia subindo um pouco. Conversa solta. Viajante de negócios, sozinho em casa. Liberdade total aqui, ninguém nos conhece. Copos tilintam. Mão dele roça minha coxa de leve. Eletricidade. Coração acelera. “Quarto?” sussurrei. Ele piscou, pagou a conta. Subimos, elevador apertado, respiração pesada.

Porta bateu. Quarto standard, lençóis brancos ásperos, AC zumbindo frio contra o calor dos corpos. Janelas embaçadas, aviões roncando longe. Ele me empurrou na cama, beijos famintos. Língua dele invade minha boca, gosto de uísque e fumo. Mãos grandes arrancam blusa, sutiã voa. Chupa meus peitos, dura os mamilos com dentes. Gemi alto. “Porra, que delícia”, ele grunhiu.

Desabotoei calças dele. Pau enorme salta, veias pulsando, cabeça roxa brilhando pré-gozo. Peguei com as duas mãos, punheta lenta. Ele gemeu rouco. “Chupa, vadia.” ajoelhei, engoli até a garganta. Salgado, grosso, enche boca. Ele fode minha cara, mãos no cabelo. Lágrimas, baba escorrendo. Depois, me atirou na cama de quatro. Saia arriada, cueca rasgada. Dedos na cona molhada, escorrendo. “Tão encharcada, puta portuguesa.”

A Foda Intensa no Quarto com Vista para os Aviões

Entrou de supetão. Caralho esticando tudo, doloroso e bom. Fode forte, bolas batendo no cu. Eu rebolo, grito: “Mais, fode-me!” Suor pinga, pele salgada no meu pescoço quando ele morde. Vira-me de frente, pernas nos ombros, martela fundo. Sinto gozo vindo, cona apertando pau. Ele acelera, grunhe: “Vou encher-te.” Jorra quente dentro, leite escorrendo coxas. Eu gozei tremendo, unhas nas costas dele.

Ficamos ofegantes. Corpo dele pesado em cima, cheiro de sexo no ar. Noite moite apesar do frio lá fora, lençóis grudados. Ele adormeceu, roncos suaves. Eu? Acordei cedo, voo chamando. Olhei ele nu, pau mole ainda grosso. Sorri. Anonymato perfeito. Vestir devagar, beijo na testa. Saio sem barulho, porta fecha mansa.

No táxi pro aeroporto, neve parou, sol fraco. Avião decola, Clermont some. Ainda sinto ele: ardor na cona, gosto de sal na pele, eco dos gemidos. Liberdade de passageira. Ninguém sabe. Prazer latejando. Volto pra vida normal, mas esta escale? Minha. Selvagem, urgente, perfeita.

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