A Minha Escale Erótica em Paris: Sedução numa Loja de Lingerie

Estava em escala em Paris. Voo de Lisboa para as Maldivas atrasado por horas. Check-in num hotel chique perto dos Champs-Élysées. Ar condicionado gelado no lobby, mas fora, calor moite de verão. Saí para desanuviar. Braços nus, saia curta, salto alto. Ninguém me conhece aqui. Liberdade total.

Passei pela avenida, luzes piscando. Entrei numa galeria comercial. Olá, uma loja de lingerie provocante. Vitrinhas com conjuntos pretos, rendas finas. Parei, curiosa. Dentro, vi ele. Homem na casa dos 50, elegante, fato cinza, esperando perto de uma cabine. Olhar cúmplice. Sorri. Ele retribuiu. ‘Boa tarde’, disse com sotaque francês suave. ‘Portuguesa?’, perguntou, notando meu acento. ‘Sim, de Lisboa. Escale chata.’ Rimos. Contou que esperava a mulher experimentar algo. ‘Quer ver? É sexy.’ Coração acelerou. Desconhecido. Urgência do voo. ‘Porquê não?’

O Encontro Inesperado nos Champs-Élysées

Ele puxou-me para mais perto. Cheiro de colónia cara, suor leve no pescoço. A cortina abriu. Saiu uma loira voluptuosa, romena pelo sotaque, em guêpière vermelha, mamas enormes saltando, string minúsculo mostrando tudo. ‘Gostas?’, ela riu. Eu, excitada, ‘Magnífica.’ Ele piscou. ‘E tu, experimenta algo.’ A vendedora trouxe um conjunto preto: sutiã push-up, liga curta, fio dental de seda. Entrei na cabine ao lado. Tirei a roupa devagar. Espelho embaçado pelo calor. Pus o conjunto. Seios firmes, 90C, mamilos duros de excitação. Toquei-me, molhada já.

Abri a cortina um pouco. Ele olhava. ‘Uau, perfeita.’ A romena veio, nua agora, corpo carnudo, curvas apetitosas. ‘Deixa ver bem.’ Virou-me. Mãos dela na minha cintura. Ele endureceu nas calças. Tensão no ar. ‘Vamos beber um copo?’, propôs ele. ‘No Fouquet’s ali.’ Ela riu, ‘Ou no meu quarto de hotel.’ Olhares trocados. Decidimos. Mantivemos a lingerie por baixo dos casacos. Rua cheia, anonimato. Coração batendo forte. Motores de carros ao fundo. Sal do suor na pele.

O Prazer Intenso e Sem Limites no Hotel

No quarto do hotel dele, porta fechada. Clim ronronando. Luz ténue. Ele beijou-me primeiro. Boca quente, língua faminta. Ela assistia, tocando-se. ‘Fode-a, amor.’ Tirei o casaco. Ele rasgou o sutiã, mamilos na boca dele. Mordidas suaves. ‘Que tetas deliciosas.’ Deitei na cama, lençóis frescos de hotel. Calor moite da noite entrando pela janela. Ele desceu, lambeu a cona por cima do fio dental. Molhada, cheiro de sexo. Tirei tudo. Pernas abertas. ‘Come-me toda.’ Língua no clitóris, dedos dentro, dois, três. Gozei rápido, gemendo alto. ‘Caralho, que molhada.’

Ela juntou-se. Beijou-me os seios enquanto ele me fodia. Pau grosso, veias pulsando. Entrou devagar, esticando-me. ‘Tão apertadinha, portuguesa safada.’ Bombeava forte, bolas batendo. Barulho molhado. Virei de quatro. Ele atrás, tapa na bunda. ‘Gostas assim?’ ‘Sim, fode mais fundo!’ Ela por baixo, lambendo o clitóris enquanto ele entrava e saía. Suor pingando, salgado na boca dela. Troquei. Montei nele, cavalitando selvagem. Mamas balançando. Ele apertava. Gozei de novo, cona apertando o caralho dele. Ele virou-me, missionário brutal. Pernas nos ombros. ‘Vou gozar dentro.’ ‘Sim, enche-me!’ Jatos quentes, enchendo-me. Gemidos ecoando. Corpo colado, suor, cheiro de porra e cona.

Ficámos ali, ofegantes. Ela lambeu o resto. Risos. ‘Foi incrível.’ Vesti-me rápido. Voo partia em horas. Beijo de despedida no lobby. ‘Segredo nosso.’ Avião decolando, Paris sumindo. Cona ainda latejando, porra escorrendo na cueca. Anonimato salvo. Lembro o gosto salgado, o ronco da clim, urgência do adeus. Volto quando quiser. Liberdade de viagem.

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