Estava em trânsito para Lisboa, mas o voo atrasou. Escale imprévue em Paris, noite inteira no hotel perto do aeroporto. Check-in às 22h, exausta mas excitada com a liberdade. Ninguém me conhece aqui. Ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café forte e perfume masculino. Olho em volta e vejo-o: alto, olhos escuros, fato amarrotado de viajante. Sorri, mas não fala. Sento-me no bar, saia curta colada às coxas pelo calor húmido da viagem.
Peço um gin tónico, gelo tilintando no copo. Ele senta-se ao lado. ‘Boa noite’, diz com sotaque francês sexy. ‘Maria’, apresento-me. ‘Antoine’. Conversa leve: viagens, solidão nos aeroportos. Olhares que demoram, mão roçando a minha no balcão. Sinto o calor subir, a cona já úmida só de imaginar. ‘Quarto 312’, sussurra, e vai-se embora. Hesito. Liberdade, caralho. Subo.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Porta entreaberta. Entro, luz fraca, lençóis brancos impecáveis. Ele espera nu, pica dura apontando. ‘Não sei o teu nome verdadeiro’, digo, rindo nervosa. ‘Nem precisas.’ Beija-me com urgência, língua invasora, gosto a sal da sua pele suada. Rasga a blusa, mamas saltam livres. Chupa os mamilos duros, mordendo leve. Gemo alto, barulho de aviões ao fundo como banda sonora.
Empurra-me para a cama, saia para cima, cueca de lado. Dedos na cona molhada, ‘Estás ensopada, puta portuguesa.’ ‘Fode-me já’, peço, voz rouca. Ele ri, enfia a pica grossa de uma vez, fundo. Arqueio as costas, unhas nas suas costas. Bomba forte, couro batendo em couro, suor pingando. ‘Mais rápido, caralho!’ Grito, pernas trepadas nele. Vira-me de quatro, agarra o cabelo, fode como animal. Sinto o gozo vir, cona a apertar, esguicho no lençol.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
‘Vira-te, quero a tua boca.’ Obedeço, chupo a pica melada dos meus sumos, bolas cheias no queixo. Engasgo, saliva escorrendo. Ele geme francês sujo: ‘Putain, suga mais.’ Goza na boca, porra quente e salgada, engulo tudo, lambendo os lábios. Deitamos exaustos, clim zumbindo, corpos pegajosos. ‘Foi só isto’, diz ele. ‘Perfeito.’
De manhã, check-out cedo. Voo para Lisboa. Ele já foi, quarto vazio. Lembro o cheiro dele na pele, a dor boa na cona inchada. Anonimato total, ninguém sabe. Sorrio no avião, mão entre as pernas discretamente. Aquela escale foi o melhor défoulement. Volto a casa renovada, segredo quente guardado. Quero mais viagens assim.