A Minha Escale Ardente em Genebra: Sedução e Sexo Selvagem com um Desconhecido

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Istambul. Uma escala imprevista em Genebra, graças a um atraso no voo. Cheguei ao hotel no aeroporto exausta, mas animada. O ar condicionado gelado contrastava com o calor moite do meu corpo suado. Senti o sal na pele do pescoço, o cheiro de aviões ao fundo.

No lobby, barulhento com malas rolando, vi-o. Alto, terno impecável, ar de quem manda. Olhos que devoravam. Sorri, ele aproximou-se. ‘Boa noite, pareces perdida’, disse com sotaque francês. ‘Só uma escala rápida’, respondi, inclinando-me no balcão. O coração acelerou. Ninguém nos conhecia aqui.

A Escale Imprevista e o Encontro no Lobby

Conversámos sobre viagens, política dele como deputado. Rimos. A mão dele roçou a minha. Eletricidade. ‘Queres um drink no meu quarto? O teu voo é só de manhã.’ Hesitei… um segundo. ‘Sim, porquê não? A vida é curta.’ Subimos no elevador, silêncio pesado, olhares famintos. A porta fechou, e ele pressionou-me contra a parede. Beijo molhado, língua invadindo.

A urgência do tempo incendiava tudo. Afastei-me um pouco, ofegante. ‘Não percas tempo, fode-me como se fosse a última vez.’ Ele riu, rouco. ‘Gostas de mandar, portuguesa?’ Desabotoou a minha blusa, expondo os seios. Chupou os mamilos duros, mordendo leve. Gemi. O quarto cheirava a hotel impessoal, lençóis frescos, zumbido distante dos motores.

Empurrei-o para a cama. Tirei-lhe a camisa, lambi o peito salgado de suor. Desci, abri o cinto. O caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes. ‘Que cabrão grande’, murmurei. Engoli-o inteiro, sentindo o gosto salgado da pré-gozo na garganta. Ele agarrou o meu cabelo: ‘Assim, chupa mais fundo.’ Babei toda, gemendo com a boca cheia.

Paixão Desenfreada na Quarto do Hotel

Não aguentei. Montei nele, cona molhada escorregando no pau. ‘Fode, mete fundo!’ Ele obedeceu, estocadas fortes, mãos nas minhas nádegas. O ventre batia no dele, suores misturando-se. Virei de quatro, ele atrás, batendo forte. ‘Mais, rasga-me a cona!’ Claques nas nádegas ardiam delicioso. Sentia o caralho pulsar, enchendo-me.

Mudei de posição, ele por cima, pernas nos ombros. Penetração profunda, clitóris roçando. ‘Vou gozar, porra!’ Gritei, corpo tremendo, cona apertando-o. Ele não parou, fodeu mais, até explodir. Jatos quentes dentro, transbordando pelas coxas. Caímos exaustos, pele colada, respiração pesada. ‘Incrível’, sussurrou ele, beijando o meu pescoço.

De manhã, vesti-me rápido. ‘Foi só uma escala, mantém o anonimato.’ Ele sorriu: ‘Vem outra vez.’ Saí, pernas bambas, o cheiro dele na pele. No avião, revivi tudo: o pau duro, os gemidos, o gozo misturado. Liberdade pura, ninguém sabe. Ainda sinto o pulsar entre as pernas.

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