A Minha Escala Quente com um Desconhecido Asiático no Hotel

Estava de volta de férias no sol das Maldivas, mas uma escala imprevista em Singapura mudou tudo. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, o ar húmido da noite colava na pele, misturado com o sal do mar ainda no corpo. O lobby estava quase vazio, só o zumbido distante dos aviões e o ar condicionado gelado. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico, e vi-o: um asiático gato, uns 30 anos, fato cinzento justo, cabelo curto, olhos escuros que me perfuraram. Parecia businessman, cansado como eu.

Sorri, ele retribuiu. ‘De passagem?’, perguntei em inglês. ‘Sim, voo atrasado. E tu?’. Voz grave, suave, sem sotaque forte. Conversa fluiu: viagens, solidão em escalas. Senti o calor subir, o desconhecido excitava-me. Ninguém nos conhecia, liberdade total. Cruzei as pernas, a saia curta subiu um pouco, ele notou. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo…’, disse ele, olhos famintos. Hesitei? Nem por isso. ‘Vamos, mas sem promessas.’ O elevador cheirava a limpeza química, corpos roçando, tensão elétrica.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Subia

No quarto, luz ténue, lençóis brancos frescos, vista para pistas iluminadas. Ele fechou a porta, eu empurrei-o contra a parede. ‘Quero-te agora’, murmurei, beijando-o com fome. Língua dele na minha boca, mãos firmes nas minhas ancas. Tirei a blusa, sutiã rendado vermelho à mostra. Ele gemeu, ‘Estás tão boa…’. Desabotoou a camisa, peito liso, moreno. Ajoelhei-me, abri o zipper, pica dura saltou, grossa, veias pulsantes. Cheirava a homem, suor leve. Chupei o caralho devagar, língua no glande salgado, bolas na mão. Ele agarrou o meu cabelo, ‘Assim, porra…’. Engoli até à garganta, saliva escorrendo, olhos nos dele.

Levantou-me, rasgou a saia, cueca de lado. Dedos na cona molhada, ‘Estás ensopada’. Deitei-me na cama, pernas abertas, ar condicionado arrepiando a pele úmida. Ele lambeu-me, língua no clitóris inchado, dedão no cu. Gemi alto, ‘Fode-me com a boca!’. Gozei tremendo, sumos escorrendo no queixo dele. Montei-o, cona engolindo a pica até ao fundo, balançando ritmado. Peitos balançando, ele chupava mamilos duros como uvas. ‘Mais forte!’, pedia. Virei de quatro, cu ao ar, ele enfiou dois dedos, lubrificando. ‘Quero o teu cu’, grunhiu. Empurrou devagar, ardor bom, depois bombar selvagem. ‘Fode o meu rabo, caralho!’. Sentia os motores ao fundo, urgência do voo dele amanhã.

A Foda Selvagem na Quarto de Hotel

Mudei, ele deitado, chupei bolas enquanto me masturbava. De novo na cona, pernas na cintura dele, mão na garganta – apertava leve, como gosto. ‘Mais, sufoca-me!’. Gozei gritando, corpo arqueado. Ele acelerou, ‘Vou gozar!’. Puxei-o para dentro, porra quente enchendo-me, jatos no cu agora. Colapsámos, suor misturado, gosto de sal na pele dele. Ficámos ali, ofegantes, corpos colados nos lençóis amarrotados.

Depois, ducha rápida, água morna lavando o pecado. Vestimo-nos, beijo final no lobby vazio. ‘Obrigada pela melhor escala’, disse ele, sorrindo. Saí para o avião, pernas bambas, cona latejando, cheiro dele na pele. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o prazer, pronto para a próxima aventura. Aquela liberdade de passagem… vicia.

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