Estava a caminho de casa para o Natal, vinda de um congresso em Madrid. Portuguesa de gema, solteira e tarada por aventuras. Mas uma nevasca fodeu tudo: voo cancelado em Genebra. Escalei num hotelzinho perto do aeroporto, daqueles impersonais, com cheiro a desinfetante e luzes frias. Check-in tarde da noite, eu exausta mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui, longe de Lisboa, da família, das rotinas. Vestia uma saia preta justa, fenda na coxa, blusa branca decotada, collants pretos e saltos altos. O ar condicionado gelado arrepiava a pele, mas entre as pernas já sentia um calor húmido.
No lobby, só um bar minúsculo aberto. Pedi uma taça de champanhe para aquecer a alma. E aí ele aparece: um gajo mais velho, uns 60 anos, estrangeiro, talvez francês, olhos cansados mas malandros, barriga proeminente, fato amarrotado. Senta-se ao lado, sorri. ‘Noite de merda, hein?’, diz com sotaque grosso. Eu rio, cruzo as pernas devagar, deixando a fenda mostrar mais. Conversa solta: ele viajava sozinho, reunião de negócios arruinada pela neve. Eu conto do meu voo perdido, da filha à espera em casa. Bebemos, os copos tilintam, o ronco distante dos motores abafado pela vidro. Sinto o olhar dele nos meus peitos, no colar de pérolas que realça o decote. ‘Queres subir ao meu quarto? Tenho mais champanhe gelado’, sussurra, mão roçando a minha. Hesito um segundo – o risco, o desconhecido – mas a buceta pulsa. ‘Vamos’, digo, voz rouca.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Subimos no elevador apertado, silêncio elétrico. Porta fecha, clim a 18 graus gela os mamilos duros contra o sutiã. Ele atira-me contra a parede, beija-me com fome, barba por fazer arranhando o pescoço. Gosto a sal da sua pele suada, misturado ao champanhe. ‘Quero foder-te agora’, rosna. Arranco-lhe a camisa, mãos no peito peludo e mole. Ele apalpa-me as tetas por cima da blusa, aperta forte. ‘Caralho, que mamas!’, geme. Desabotoo a blusa, solto os D’s pesados, ele chupa um bico, morde, eu gemo alto. Saia ao chão, collants rasgados com pressa. String encharcado. Ele ajoelha, língua na cona, lambe o clitóris inchado, chupa os lábios carnudos. ‘Estás molhada pra porra’, diz, dedos enfiados fundo, fodendo-me devagar. Eu cambaleio, pernas trémulas, cheiro a sexo no ar húmido da noite.
O Sexo Intenso no Quarto, Sem Limites
Deito-me nos lençóis ásperos do hotel, ele tira as calças: caralho grosso mas meio murcho ainda. Masturbo-o com a mão, boca no saco salgado. Endurece rápido, veias pulsantes. ‘Chupa-me todo’, ordena. Engulo até à garganta, baba escorrendo. Ele geme, fode-me a boca. Levanto a perna, salto no sofá, ele esfrega o caralho nos collants, pré-gozo mancha o nylon. Rasga o string, enfia dois dedos na buceta apertada. ‘Vou-te partir ao meio’. De quatro no chão, lambe-me o cu, língua quente e invasiva. Grito, gozo na boca dele, sucos escorrendo pelas coxas. Ele monta-me, caralho entra de rompante, estica-me toda. Pum-pum-pum, forte, bolas batendo no clitóris. ‘Fode mais, seu velho tarado!’, urro. Mudo de posição: eu por cima, cavalgo selvagem, tetas a saltar, unhas nas costas dele. Ele agarra as nádegas, dedo no cu. Gozo outra vez, cona a apertar-lhe o pau. Ele vira-me de barriga para baixo, fode entre as tetas suadas, goza em jatos quentes na cara, na boca, porra salgada que lambo gulosa. ‘Porra, que foda boa’, suspira.
De manhã, ele parte cedo, voo dele liberto. Eu tomo duche rápido, sabão a tirar o cheiro dele mas não o prazer. No aeroporto, enquanto espero o meu embarque, sinto ainda a buceta dolorida, o gosto de porra na memória, pele marcada por dentadas. Anonimato perfeito – nomes trocados? Nem por isso. Só olhares cúmplices no lobby. Volto a Lisboa com o segredo quente, masturbação garantida nas próximas noites. A urgência do adeus torna tudo mais intenso. Quem sabe a próxima escala?