A Minha Escale Íntima no Aeroporto: Uma Foda Selvagem com um Estrangeiro

Estava de volta de férias no sol do México, mas uma tempestade fodeu tudo. Escale imprevista em Lexington, Kentucky. Calor moite, ar pesado como um cobertor úmido. Saí do avião suada, a blusa colada nos peitos, o cheiro de sal na pele misturado com suor. No lobby do hotel perto do aeroporto, ar condicionado gelado batendo na cara, mas o corpo ainda quente.

Ele apareceu do nada. Alto, magro como um poste, mas com um ar nobre, olhos penetrantes. Americano, disse ser arqueólogo, Brad. Falava de tesouros perdidos na Guerra Civil, paranoico com espiões. Ri baixinho, o bourbon da noite anterior ainda na cabeça. ‘Ninguém me conhece aqui’, pensei. A liberdade de estar longe de Portugal, sem julgamentos. Sentámo-nos no bar, copos suados nas mãos. Ele olhava para as minhas coxas, eu para o volume nas calças dele. ‘Quarto 204, meia hora’, sussurrei, o coração acelerado. Urgência do voo amanhã. Tudo permitido.

A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby

Subi primeiro. Quarto abafado apesar da clim zumbindo. Drapos ásperos do hotel, cheiro de limpeza barata. Ele bateu à porta, entrei-o puxando pela camisa. Beijos famintos, línguas quentes, gosto de cerveja na boca dele. Rasguei a camisa, pele salgada, magra mas dura. ‘Fode-me agora’, disse eu, voz rouca. Ele gemeu, mãos nas minhas tetas, apertando os mamilos duros. Tirei-lhe as calças, o caralho saltou, grosso, veias pulsando, cabeça vermelha. Chupei devagar, língua no prepúcio, bolas peludas na mão. Ele grunhiu, ‘puta portuguesa safada’.

O Sexo Intenso na Quarto e o Adeus Ardente

Deitei-me na cama, pernas abertas. Cona molhada, lábios inchados, clitóris latejando. Ele lambeu, língua funda, sugando o mel que escorria. ‘Que delícia’, murmurou, dedos abrindo-me toda. Montei nele, caralho entrando devagar, esticando a cona até ao fundo. Rebolava, tetas balançando, suor pingando no peito dele. ‘Mais forte!’, pedia eu. Ele virou-me de quatro, pau batendo no cu, bolas chapinhando na pele. Metia como um animal, mãos no cabelo, puxando. Gozei primeiro, cona apertando, pernas tremendo, grito abafado no travesseiro. Ele acelerou, ‘vou gozar!’, e encheu-me de porra quente, jatos grossos escorrendo pelas coxas.

Ficámos ofegantes, clim gelada no suor, motores de aviões ao longe. Ele lambeu o sal da minha pele, dedos na cona ainda latejante. Mais o tempo urgia. ‘O meu voo…’, disse eu, vestindo-me devagar. Ele sorriu, ‘segredo nosso’. Saí do quarto, pernas moles, porra a pingar na cueca. No aeroporto, de volta ao meu mundo, o corpo ainda ardia. Anonimato total, ninguém sabe. Sorrio sozinha, o prazer lateja na memória. Da próxima, outra escala, outra foda.

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