Estava de volta de um voo longo, escala imprévista em Las Vegas por causa de uma tempestade. Cheguei ao MGM Grand ao cair da noite, o ar quente e úmido colando na pele. O lobby era um caos de luzes neon, sinos de slot machines e gente rindo alto. Eu, portuguesa de Lisboa, longe de tudo, ninguém me conhecia aqui. Liberdade total.
Sentei no bar, suada do calor, pedi um gin tónico gelado. Ele apareceu do nada: Johnny, funcionário do hotel, alto, moreno, olhos famintos. ‘Precisa de ajuda com o quarto?’, perguntou com sotaque americano, sorriso maroto. Eu sorri de volta, cruzei as pernas, sentindo o vestido subir. ‘Talvez mais que isso’, respondi, voz baixa, provocante. Ele hesitou, olhou em volta. A tensão subiu logo. Conversa fiada sobre a cidade, mas os olhares diziam tudo. O cheiro do seu perfume misturado ao meu suor. O ar condicionado soprando frio nas coxas nuas.
A Chegada ao Lobby e a Tensão no Ar
‘Quero ver o topo do hotel’, disse eu, inclinando-me para ele sentir meu decote. Ele engoliu em seco. ‘Não é para clientes, mas… ok, venha comigo.’ Subimos no elevador privativo, só nós dois. Mãos roçando, respiração pesada. No topo, vento quente da Strip, luzes piscando lá embaixo. Ele me encostou na parede, beijou meu pescoço. ‘Você é louca’, murmurou. Eu ri, mordi o lábio dele. ‘Só de passagem. Amanhã eu sumo.’
Voltamos à minha suíte às escondidas. Porta fechada, clim gelada contrastando o calor moite lá fora. Ele me atirou na cama, rasgou o vestido. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Eu abri as pernas, molhada já. ‘Então fode, caralho.’ A boca dele no meu clitóris, língua chupando forte, eu gemi alto, unhas nas costas dele. Gosto salgado da minha pele suada na boca dele. Ele enfiou dois dedos, bombeando rápido, eu rebolava, ‘Mais, porra, mais fundo!’
O Sexo Selvagem na Suíte e o Adeus Apressado
Levantei, empurrei ele na cama. Desabotoei a calça, pau enorme saltou, veiudo e duro. Chupei guloso, engolindo até a garganta, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Assim, vadia portuguesa, engole tudo.’ Montei nele, sentando devagar, sentindo ele me abrir toda. ‘Que caralho de boceta apertada’, rosnou. Eu cavalgava forte, peitos balançando, suores misturando. Ele me virou de quatro, meteu brutal, tapa na bunda ecoando. ‘Vou gozar dentro’, avisou. ‘Goza, enche-me de porra!’ Ele explodiu, quente e grosso, eu vim logo depois, tremendo, gritando.
Ficamos ofegantes nos lençóis frios do hotel, barulho distante dos aviões no céu. Ele beijou minha nuca, ‘Foi insano.’ Eu sorri, sabendo que era só isso. De manhã, check-out cedo, voo para Lisboa. Ele piscou no lobby, ‘Segredo nosso.’ Anonymato perfeito. Ainda sinto o cheiro dele, o ardor na cona, o prazer da urgência. Volto? Quem sabe.