A Minha Foda Selvagem no Camping à Beira-Mar

Estava de férias no Algarve, num camping à beira-mar. Sol escaldante, cheiro de sal no ar. Eu, portuguesa de 32 anos, solteira e safada, adorava seduzir estranhos. Ninguém me conhece aqui. Liberdade pura. Na praia, cruzei-me com eles: Yann, moreno de olhos azuis, a irmã Clarisse, bruneta sexy de 20 anos, e Jessica, loirinha inglesa com curvas de sonho. Rimos na água, toques disfarçados. ‘Vem beber um copo na nossa caravana?’, disse Yann, voz rouca. Meu coração acelerou. ‘Porquê não?’. Caminhamos, suor escorrendo pelas costas, biquínis colados à pele. Clarisse olhava-me com desejo, Jessica piscava. Yann roçava o braço no meu. A tensão subia, úmida como a noite que caía. Chegamos ao auvent. Mãe fora, casa vazia. Ar condicionado fraco, zumbido distante dos motores dos carros. ‘Quanto tempo temos?’, perguntei, voz baixa. Silêncio, olhares famintos. Desatei o topo do biquíni, seios livres, pesados. Colei-me a Yann, beijei-o. Ele endureceu na hora. Jessica juntou-se, mamilos roçando os meus. ‘Vem, Jess’, disse eu, safada. Ela ajoelhou, chupou-o pelo fato de banho. Eu sentia a cona pulsar.

‘Bora lá dentro’, sussurrei a Clarisse. Ela fugiu, mas eu fui atrás. Short apertado, desabotoei-o devagar. Caralho meu latejava, mas não, sou mulher pura, mas foda-se, queria foder tudo. Na caravana, Clarisse de boca aberta. ‘Não… sim…’. Puxei-a pela cabeça, enfiei a língua na boca dela. Rasguei o biquíni, lamber a cona dela, salgada de mar. ‘Hmmm, sabe a mar, delícia’. Ela gemia baixo. Virei-a, culos empinados na mesa. Enfiei dois dedos, depois a língua no cu. Fora, Jessica mamava Yann como puta. ‘Não ainda, fode-o tu’. Ela montou nele, gemendo alto. Eu entrei na cona dela devagar, grossa e molhada. ‘Ai caralho, que pau grande!’, gritou Clarisse. Fodia-a lento, depois rápido, acertando o ponto. Ela squirta, jato quente nas minhas coxas, cheiro forte de sexo. Pernas tremeram, caiu de joelhos. ‘Mais!’, implorou. Fodi mais forte, ela gozou de novo, líquido por todo o liner. Yann via, pau duro. Jessica lambia meu clitóris enquanto eu cavalgava ele. Beijos molhados, suor salgado na pele, lençóis de hotel… espera, caravana quentes, pegajosos. Troquei, montei Yann, cona apertada na dele. Jessica no meu rosto, lambi-a até ela tremer e gozar na boca. Yann explodiu dentro de mim, porra quente escorrendo.

O Encontro Inesperado no Calor da Praia

Saí com eles todos suados, molhados. Mãe chegou, pânico, vestimos à pressa. Bossa no short, paréo por cima. Limpeza rápida, risos nervosos. Fui embora, pernas bambas, cona inchada, prazer latejando. No autocarro de volta ao meu mobil-home, toquei-me devagar, lembrando os gemidos, o sal, o cheiro de porra e squirt. Ninguém sabe quem sou. Amanhã, outro estranho. Esta paragem foi fogo puro, anónima e inesquecível. Ainda sinto o pulsar.

Leave a Comment